Real Estate

O pessoal que serve é atencioso e simpático. A repetir quando surgir a vontade de comer outra francesinha. A comida estava deliciosa e as sugestões do garçom foram perfeitas; ele estava sempre atento aos clientes. Se você for celíaco, tudo é sem glúten — um verdadeiro mimo — e o atendimento é ótimo.

Para o ajudar a navegar nesta rota de sabores intensos, escolhemos os oito melhores restaurantes pan-asiáticos em Lisboa. Há quem lhes chame menus executivos e há quem opte pelo velhinho menu de almoço, quase sempre disponível nos dias úteis. Siga o nosso guia e marque mesa nos melhores restaurantes peruanos em Lisboa. Não é por acaso que a gastronomia peruana é tida por muitos como a mais rica da América Latina. O projecto é de Jin Huang, de 25 anos, que usa a sua formação em Gestão para redefinir a percepção da gastronomia nipónica em Portugal, indo além do sushi.

Com cozinha aberta e ambiente tranquilo, o serviço é eficaz e tem o seu momento na altura das sobremesas, com o “kinder joy”, um doce com leite condensado, chocolate e avelã que se apresenta numa taça em forma de ovo Kinder. A única decisão que tem de tomar é se escolhe entre o menu combo, que inclui três a quatro entradas, nove niguiris, dois rolls, sopa miso e sobremesa; ou o menu de niguiris, que é igual ao combo, mas não inclui as entradas. No piso de baixo, está o bar com cocktails de autor e quatro salas privadas, para uma experiência mais intimista. Abriu praticamente sem sushi, mas os clientes que o conheciam de outras andanças estavam com tantas saudades que o chef reformulou a carta para incluir várias opções de sashimi, temaki, futomaki e oshizushi. Hari Chapagain assume-se como chef e trabalha o tandoor à vista, de onde sai um naan digno e umas costeletas de borrego suculentas, fumadas no ponto. As sopas de noodles, ou massas ensopadas, segundo reza o menu – nas versões com carne de vaca, porco, marisco picante e wonton de camarão –, são novas entradas.

Os 100 melhores restaurantes em Lisboa

Entre as opções há tomate, mole, manjericão; chicharro, ajo blanco; escabeche de perdiz; dourada grelhada com tomatada de mexilhão e batata doce; pica-pau; ou cachaço de porco confitado com guisado de feijão maduro. Nas entradas, há amêijoas à Bulhão Pato ou gambinhas ao alho. Ainda mais quando se apresentam com clássicos da nossa gastronomia, sem nomes de peso na cozinha. Com criatividade, detalhe e consistência, a chef argentina Romina Bertolini eleva a fasquia com pratos como o arroz de couves tostado, tosta de curgete e anchovas, cabeça de xara com picles ou suas cobiçadas empanadas. O menu segue o estilo omakase, por isso, é o chef que escolhe as proteínas que quer apresentar, o que muda com frequência e consoante as estações.

Profissionais Experientes

  • Para finalizar, pode adoçar-se com as sobremesas que são confecionadas diariamente.
  • O que significa que tanto se podem comer umas ostras de Setúbal como uma burrata e vegetais no carvão, para começar, e um bife de espadarte com molho de manteiga e puré cremoso de aipo bola para acabar.
  • Sandra observava, cortava cebola e, no final, limitava-se a levantar a mesa.
  • Espaços e capacidadeZip Zip Ilha Rest Caffe é o tipo de espaço capaz de conquistar os seus clientes na primeira visita.
  • Neste caso, são cinco momentos de inspiração internacional com harmonização.

Presença dominante tanto na cozinha como na sala, a Tia Alice, natural da ilha cabo-verdiana de São Vicente, é uma daquelas figuras que faz a casa. Do Wagyu “floco de neve” à entranha Black Angus, passando por cortes de porco, cordeiro e marisco, o menu é uma aula carnívora. Aqui, a carne é finalizada na chapa gogi-gu-i à mesa, mas a selecção e a preparação fazem a diferença. Tudo foi pensado ao pormenor – e isso também se sente no preço, que corresponde ao “segmento médio-alto” que o chef quer conquistar no Chiado. Este último, à noite, transforma-se no After Dark, um izakaya com o chef Matheus Simões Martins ao comando. A cozinha é internacional, mas não faltam influências portuguesas, vindas do lado materno da chef, que detém o restaurante com o irmão e a cunhada, Alexis e Agnes.

Embora não entrem fiães sport clube aqui produtos de origem animal, reinam os melhores sabores mexicanos. Já nos dias de cozido à portuguesa, quarta-feira e sábado, o melhor é chegar cedo porque são especialmente concorridos. Na altura certa, é um dos melhores restaurantes da cidade para comer lampreia, vinda precisamente do Alto Minho.

Projecto do grupo Visabeira, o Gare ocupa a antiga Gare Marítima de Alcântara, revelando uma esplanada Terrazza Martini e uma sala envidraçada de frente para a Ponte 25 de Abril. Se quiser experimentar um cocktail, o bar, O’Mast, oferece sofisticadas bebidas com propostas de autor e snacks ligeiros, ideal para clientes locais e hóspedes. O antigo restaurante deu lugar ao ELEMENT6, capitaneado pelo chef Sebastian Fritye, cujo conceito gira em torno do fogo, do carvão e da precisão técnica da grelha, destacando desde pratos de peixe fresco à carne Wagyu. Na comida, há sopas, saladas e wraps, taças de iogurte com granola e papas de aveia para o pequeno, sem esquecer as empanadas, a tarte de coco e doce de leite e, claro, os alfajores argentinos. Disponível à carta ou em dois menus degustação (um dos quais vegetariano), a experiência materializa-se em propostas como o pão de queijo com caviar e os dadinhos de tapioca. A ligação entre arte e gastronomia dita as regras do Cícero, restaurante que começou em Campo de Ourique e se mudou em 2025 para o Chiado.

O Lat.A tem um menu carregadinho de clássicos da gastronomia latino-americana (Brasil, Chile, México, Argentina ou Peru), sempre com batuques de samba, salsa ou merengue em loop a acompanhar. Existe há mais de duas décadas, mas a actual gestão, feita pelo grupo Capricciosa, resolveu renovar a decoração e a carta com a expertise do grupo José Avillez, um dos accionistas. As iscas de porco são uma das especialidades, mas os pratos do dia vão variando – e não costumam falhar. Em 2022, foi até eleito restaurante europeu do ano pelo Conselho Europeu de Confrarias Enogastronómicas, uma organização sem fins lucrativos que tem como objectivo promover a gastronomia de qualidade na União Europeia. É “a” tasquinha para comer caracóis nos meses em que os rastejantes dão o ar da sua graça, mas é também o sítio certo para comer um bife à casa com batatas fritas, pregos, iscas, costeletas de borrego ou arroz de lingueirão.