O que cai na prova Concurso Professor Prefeitura de Jundiaí SP

icone calendario 07 dez 2017

Seguem abertas as inscrições para o concurso público para Professor da Prefeitura Municipal de Jundiaí, em São Paulo.

O certame oferece 11 vagas para o cargo de Professor, com exigência de nível superior e salário de R$ 4 mil, mais benefícios!

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Se você planeja garantir uma das vagas, saiba o que é preciso estudar para a prova!

Como fazer as inscrições?

As inscrições seguem abertas até às 23h59min do dia 20 de dezembro de 2017.

Para participar, os interessados devem acessar o site da organizadora, a Ibam .

O valor da taxa de inscrição é de R$ 95,00, que deverá ser quitado até o dia 21/12/2017, respeitado o horário bancário.

Como será a prova?

A avaliação dos candidatos será por meio de provas objetivas, de produção textual e prova de títulos.

O exame objetivo terá 50 questões sobre as disciplinas de língua portuguesa, conhecimentos pedagógicos, legislação e conhecimentos específicos.

A data prevista para aplicação da prova objetiva é o dia 21 de janeiro de 2018, juntamente com a prova produção textual.

Demais detalhes como locais e horários de aplicação das provas serão divulgados posteriormente no site da organizadora.

Conheça o conteúdo programático da prova objetiva e dê início a sua preparação imediatamente!

O que cai na Prova?

Língua Portuguesa: Técnicas de Redação, Interpretação de Texto e Gramática. As questões de Língua Portuguesa têm por objetivo verificar a capacidade de leitura, compreensão e interpretação de texto, bem como, a habilidade de usar a linguagem como meio para produzir, expressar e comunicar ideias em diferentes situações – Tipos de Comunicação: Descrição – Narração – Dissertação – Tipos de Discurso – Qualidades de defeitos de um texto – Coesão Textual. ESTILÍSTICA – Figuras e Vícios de Linguagem. Vocabulário técnico inerente à área. Fonologia; Ortografia, sistema oficial vigente. Emprego das classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição, conjunção (classificação e sentido que imprime às relações entre as orações). Colocação pronominal. Concordância verbal e nominal. Regência verbal e nominal. Análise sintática: termos da oração. Emprego da Crase.

Conhecimentos Pedagógicos: Referências: 1. APPLE, Michel; NOVOA, Antonio. Paulo Freire: política e pedagogia. Lisboa: Porto editora, 1998. 2. ARROYO, Miguel G. Ofício de mestre: Imagens e Auto-imagens. 6 ed. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2002. 3. BOFF, Leonardo. O cuidado necessário. Petrópolis: Vozes, 2012. 4. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília, MEC/SEESP, 2008. 5. GIROUX, Henry A. Os professores como intelectuais rumo a uma pedagógica crítica da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 1997. 6. HERNANDEZ, Fernando; A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. São Paulo: Penso, 2017. 7. LA TAILLE, Yves de. Limites: três dimensões educacionais: São Paulo: Ática, 1998. 8. JUNDIAÍ (SP). Secretaria Municipal de Educação. Proposta Curricular da Educação Infantil e Ensino Fundamental. 9. JUNDIAÍ (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretrizes pedagógicas fundamentais iniciais da SME – Educação como ação política transformadora. Jundiaí, 2013. 10.SMOLE, Kátia S. A Matemática em Sala de Aula – Reflexões e Propostas para os anos iniciais do Ensino Fundamental. São Paulo: Penso, 2013. 11.SMOLE, Kátia S. A Matemática na Educação Infantil. São Paulo: Penso 2014. 12.VASCONCELLOS, Celso dos Santos. (In)disciplina – Construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola. 15 ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Coleção Cadernos Pedagógicos do Libertad). 13.WERNECK, Claudia. Ninguém mais vai ser bonzinho na sociedade inclusiva. 2 ed. Rio de Janeiro: WVA, 2000.

Legislação: Referências: Artigos 12 e 13 da Lei Federal 9394/96 – Incumbência dos estabelecimentos de ensino em relação às normas comuns e às do Sistema de Ensino ao qual pertencem. – Resolução CNE/CEB nº 04/2010 – Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. – Resolução CNE/CEB nº 07/2010: Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. – Resolução CNE/CEB nº 05/2009: Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. – Resolução CNE/CEB nº 01/2012: Dispõe sobre a implementação do regime de colaboração mediante Arranjo de Desenvolvimento da Educação (ADE), como instrumento de gestão pública para a melhoria da qualidade social da educação. – Resolução CNE/CEB nº 02/2012: Define Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. – Diretrizes Curriculares da Educação Básica Municipal de Jundiaí/SP, 23/12/2016: Documento para orientar e inspirar as prerrogativas e obrigações da rede pública no campo da Educação. – Resolução Nº 4, de 2/10/2009: Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. – Lei Nº 13.257, de 8 de março de 2016. Dispõe sobre as políticas públicas para a primeira infância e altera a Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA), o Decreto-Lei no 3.689, de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal), a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943, a Lei no 11.770, de 9 de setembro de 2008, e a Lei no 12.662, de 5 de junho de 2012. – Lei n. 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). – Decreto n. 6.949, de 25 de agosto de 2009. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo. OBSERVAÇÃO: Na legislação indicada, devem ser incorporadas todas as alterações ocorridas.

Conhecimentos Específicos

Cargo Professor de Educação Básica I: 1. BASSEDAS, Eulália; HUGUET, Teresa; SOLÉ, Isabel. Aprender e Ensinar na Educação Infantil. Porto Alegre. ArtMed, 1999. 2. BROUGÈRE, Gilles. A criança e a cultura lúdica. In: KISHIMOTO, M. Tizuko (Org.) O brincar e suas teorias. São Paulo: Pioneira, Thompson Learning, 2002, p. 19-32. 3. BROUSSEAU, G. Introdução ao estudo das situações didáticas: conteúdos e métodos de ensino. São Paulo: Ática, 2008. 4. CARBONELL, J. Pedagogias do século XXI: bases para a inovação educativa. 3. ed. Porto Alegre: Penso, 2016. 5. CHARTIER, R. (Org). Práticas da leitura. São Paulo. Estação liberdade, 1996. 6. FERREIRO, Emília. O ingresso na escrita e na cultura do escrito – Seleção de textos de pesquisa. Cortez. 2017 7. FREITAS, M. C. O aluno incluído na Educação Básica – Avaliação e Permanência. São Paulo: Ed. Cortez, 2016. 120 p. 8. FREITAS, M. C. O aluno-problema: forma social, ética e inclusão. Coleção Educação e Saúde. São Paulo: Ed. Cortez, 2012. 128 p. 9. GASPARIN, João Luiz. Uma Didática para a Pedagogia Histórico-Crítica. 3. ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2002. 10.GOMES, Nilma Lino (Org.). Diálogos na educação de jovens e adultos. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. 11.HADJI, Charles. Avaliação Desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2001. 12.HOFFMANN, Jussara. Avaliação e Educação Infantil – Um olhar Sensível e Reflexivo sobre a Criança. 20ª Ed.; 2015. 13.KISHIMOTO, M. Tizuko; FORMOSINHO O. Júlia (Orgs.) – Em busca da pedagogia da infância – pertencer e participar. Editora: Penso. 2013. 216p 14.LERNER, Delia. Ler e escrever na Escola – o Real, o Possível e o Necessário. Porto Alegre. Artmed. 2002. 15.MANTOAN, Maria Teresa Eglér; PRIETO Rosângela G. Inclusão escolar: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2006. 16.MEC – Ensino fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade / Orgs. BEAUCHAMP; Jeanete, PAGEL Sandra Denise; NASCIMENTO, Aricélia R. do. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007. 17. MORAIS, Artur G. de. Sistema de escrita alfabética. Coleção Como Eu Ensino. São Paulo: Melhoramentos, 2012. 18.OLIVEIRA, R. Zilma / ABBUD, Ieda / MARANHÃO, Damaris. O trabalho do professor na Educação Infantil. 2ª Ed. 2014 Editora: Biruta. 2014 19.OSTETTO, Luciana – Encontros e Encantamentos na Educação Infantil. Editora Papirus. 2000. 20.SANCHO GIL, J. M.; HERNÁNDEZ-HERNÁNDEZ, F. (Org.). Professores na incerteza: aprender a docência no mundo atual. Porto Alegre: Penso, 2016. 21.SAVIANI, Demerval. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 11.ed.rev. — Campinas, SP: Autores Associados, 2011. 22.SOARES, Magda. Alfabetização e Letramento. 6 ed. São Paulo: Contexto, 2013. 23.SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. 1 ed. São Paulo: Contexto, 2017. 24.VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. São Paulo, Martins Fontes, 2007. 25.WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo, Ática, 2000.

Cargo Professor de Educação Básica II – Química: 1. Modelos atômicos. 2. Classificação periódica dos elementos químicos. 3. Radioatividade. 4. Ligação química: ligação iônica; ligação covalente; ligação metálica; polaridade das ligações e das moléculas; forças intermoleculares; geometria molecular. 5. Função inorgânica: ácidos e bases; óxidos e sais. 6. Reação química: equação química; tipos e reação química; balanceamento de equação química; números de oxidação. 7. Cálculos químicos: unidade de massa atômica; massas atômica e molecular; número de Avogadro; mol; massa e volume molar; cálculos estequiométricos. 8. Estudo dos Gases: teoria cinética dos gases; equação geral; equação de Clayperon; transformações gasosas. 9. Cinética química: velocidade de uma reação química; fatores que a influenciam a velocidade. 10.Equilíbrio química e equilíbrio iônico em soluções aquosas: reação reversível; equilíbrio químico; constante de equilíbrio; fatores que afetem o equilíbrio; deslocamento de equilíbrio: princípio de Le Chatelier; equilíbrio iônico; solução tampão; efeito do íon comum. 11.Química do carbono: Propriedades fundamentais do átomo de carbono; notação e nomenclatura dos radicais orgânicos. 12.Funções orgânicas: conceito; grupamento; funcional; fórmula geral e estrutural; notação e nomenclatura IUPAC das funções orgânicas. 13. Polaridade das moléculas orgânicas: tipos de força intermolecular; efeitos sobre os pontos de fusão e ebulição nos compostos orgânicos. 14.Isomeria: plana e espacial. 15.Reações de compostos orgânicos: reação de adição; reação de substituição; reação de eliminação, reação de oxidação. 16.Proteínas: composição química; ligações peptídicas; enzimas; estruturas das proteínas.

Para mais informações e acesso ao edital, veja a página do Concurso Prefeitura de Jundiaí SP  – Professores

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