Técnico da Procuradoria é o profissional que atua no suporte administrativo e jurídico dentro das procuradorias municipais, estaduais ou federais. Ele auxilia no andamento de processos, organiza documentos, dá apoio a procuradores e advogados públicos e mantém os sistemas jurídicos atualizados.
A carreira é bastante valorizada no setor público por oferecer estabilidade, salário competitivo e boas condições de trabalho. Por isso, esse cargo é muito procurado em concursos públicos realizados por Procuradorias-Gerais do Estado (PGE), Municípios (PGM) e União (AGU).
Neste conteúdo, você vai entender o que faz um Técnico da Procuradoria, quanto ganha, onde pode atuar, qual a escolaridade exigida e quais cargos estão relacionados. Continue a leitura!
Índice
O que faz um Técnico da Procuradoria?
O Técnico da Procuradoria desempenha funções administrativas e de apoio técnico no setor jurídico do órgão público. Ele atua ao lado dos procuradores e advogados públicos, garantindo que os processos fluam com agilidade e dentro das normas legais.
Entre as principais atribuições do cargo, estão:
- Organizar, digitalizar e arquivar documentos processuais
- Elaborar minutas de relatórios, ofícios, notificações e petições simples
- Controlar prazos judiciais e administrativos
- Alimentar os sistemas eletrônicos de processos (como PJe e SEI)
- Auxiliar na análise de processos administrativos e judiciais
- Prestar atendimento ao público interno e externo
Embora não tenha função jurídica decisória, o Técnico da Procuradoria é fundamental para o funcionamento das procuradorias, colaborando diretamente com a rotina dos procuradores e com a defesa dos interesses do Estado ou Município.
Quanto ganha um Técnico da Procuradoria?
Os salários para o cargo de Técnico da Procuradoria variam conforme o ente federativo (município, estado ou união) e o edital do concurso, mas costumam ser bastante atrativos.
Veja a média salarial:
- Salário inicial: entre R$ 3.500 e R$ 6.000
- Com progressão na carreira: pode ultrapassar R$ 8.000
- Carga horária: geralmente 40 horas semanais
Além do salário base, o servidor pode ter acesso a benefícios como:
- Vale-alimentação
- Vale-transporte
- Auxílio-saúde
- Gratificações por qualificação e desempenho
- Estabilidade após o estágio probatório
Essa combinação faz com que o cargo seja uma excelente porta de entrada para quem busca uma carreira sólida na área administrativa com vínculo público.
Qual a escolaridade?
Para concorrer ao cargo de Técnico da Procuradoria, o candidato geralmente precisa ter:
- Ensino médio completo
- Em alguns casos, é exigido curso técnico em áreas administrativas ou jurídicas, como Técnico em Administração ou Técnico em Serviços Jurídicos
Editais mais recentes também valorizam candidatos com:
- Conhecimentos em informática e uso de sistemas de gestão processual
- Experiência na área jurídica ou administrativa pública (como critério de desempate)
- Noções básicas de Direito Administrativo e Constitucional (conteúdo comum em provas)
É fundamental acompanhar o edital de cada concurso, pois os requisitos podem variar entre os estados e municípios.
Onde atua?
O Técnico da Procuradoria pode trabalhar em diferentes esferas da administração pública. Os principais locais de atuação são:
- Procuradorias Municipais (PGM)
- Procuradorias-Gerais dos Estados (PGE)
- Advocacia-Geral da União (AGU)
- Procuradorias de autarquias e fundações públicas
- Tribunais e órgãos jurídicos administrativos
Ele pode atuar em setores como:
- Atendimento e protocolo
- Controle processual
- Setores de execuções fiscais
- Gestão documental
- Apoio técnico aos procuradores
Em todas essas áreas, sua atuação contribui diretamente para a defesa judicial e extrajudicial do poder público.
Cargos relacionados
Se você tem interesse na área jurídica ou administrativa pública, confira outros cargos que também aparecem com frequência em concursos:
- Assistente Técnico Administrativo
- Técnico Judiciário
- Técnico Legislativo
- Técnico em Serviços Jurídicos
- Agente Administrativo
- Analista de Procuradoria (nível superior)
Essas funções compartilham atribuições parecidas e são ótimas opções para quem busca entrar no serviço público.