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O que faz: Papiloscopista Policial Federal

O que faz: Papiloscopista Policial Federal
Veja o que faz o Papiloscopista Policial Federal, quanto ganha, onde atua e como ingressar nessa carreira pública.

O Papiloscopista Policial Federal é o profissional responsável por identificar pessoas por meio de impressões digitais, retratos falados e outros métodos técnicos, com foco em investigações criminais. A função é fundamental dentro da Polícia Federal, pois ajuda a confirmar identidades e solucionar crimes de forma precisa e rápida.

O trabalho vai muito além da coleta de digitais em cenas de crime. O papiloscopista também atua em perícias, análises de documentos e comparações técnicas, utilizando tecnologias avançadas. Essa atuação técnica e especializada contribui diretamente com o combate ao crime, especialmente em casos que envolvem fraudes, falsificações ou identificação de vítimas.

Quem deseja seguir essa carreira encontra na área uma boa remuneração, estabilidade e a oportunidade de contribuir com a justiça brasileira em ações de segurança pública. A seguir, explicamos os principais pontos sobre o cargo de Papiloscopista Policial Federal.

O que faz um Papiloscopista Policial Federal?

O Papiloscopista da Polícia Federal realiza atividades periciais relacionadas à identificação humana. Ele coleta impressões digitais, analisa fragmentos encontrados em locais de crime e produz retratos falados com base em depoimentos de testemunhas ou vítimas.

Esse profissional também é responsável por elaborar laudos técnicos que servem como provas em inquéritos e processos judiciais. Além disso, realiza comparações papiloscópicas em processos de identificação civil e criminal, como no caso de desaparecidos, vítimas não identificadas e suspeitos.

Outras funções incluem:

  • Coleta e análise de digitais em cenas de crime;
  • Criação de retratos falados com softwares especializados;
  • Emissão de laudos técnicos papiloscópicos;
  • Atendimento em operações especiais da PF, com foco em perícia de identificação;
  • Trabalho conjunto com delegados, peritos e agentes federais.

O papiloscopista também pode atuar com tecnologias como AFIS (sistemas automatizados de identificação por impressões digitais), além de desenvolver estudos em biometria.

Quanto ganha um Papiloscopista Policial Federal?

A remuneração inicial de um Papiloscopista Policial Federal é de R$ 12.522,50, já considerando salário-base, gratificações e indenizações. Com o tempo de serviço e progressão na carreira, esse valor pode ultrapassar os R$ 18 mil mensais.

Além do salário, o servidor conta com benefícios como:

  • Auxílio-alimentação;
  • Auxílio-saúde;
  • Indenização de fronteira (quando aplicável);
  • Licença-prêmio e aposentadoria especial.

A jornada de trabalho costuma ser de 40 horas semanais, mas há também atuação em regime de plantão ou convocação, especialmente em operações e investigações urgentes.

A estabilidade no cargo é garantida após o estágio probatório, o que torna essa carreira muito atrativa para quem busca segurança e bons rendimentos.

Qual a escolaridade para ser Papiloscopista Policial Federal?

Para ingressar no cargo de Papiloscopista da Polícia Federal, é necessário ter nível superior completo em qualquer área de formação, desde que o diploma seja reconhecido pelo MEC.

Além disso, o candidato deve:

  • Ter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria B ou superior;
  • Estar em dia com obrigações eleitorais e militares (para homens);
  • Ter idade mínima de 18 anos.

O ingresso se dá por meio de concurso público nacional, com etapas como provas objetivas, discursiva, teste físico (TAF), avaliação médica e psicológica, além de curso de formação na Academia Nacional de Polícia, em Brasília.

Onde atua o Papiloscopista Policial Federal?

Esse profissional atua em diversos setores da Polícia Federal, especialmente nas unidades de identificação criminal, perícia técnica e investigação.

Entre os locais de trabalho estão:

  • Delegacias da PF em todo o Brasil;
  • Postos de atendimento em aeroportos e fronteiras;
  • Centros de perícia técnica e análise biométrica;
  • Unidades móveis durante operações especiais;
  • Intercâmbio com agências internacionais, como a Interpol.

Em regiões de fronteira ou com alto índice de criminalidade, a presença do papiloscopista é ainda mais estratégica, especialmente em ações de combate ao tráfico de drogas, contrabando, imigração irregular e crimes cibernéticos.

Cargos relacionados ao Papiloscopista Policial Federal

Se você se interessou pelo cargo de Papiloscopista, também pode gostar de conhecer outros cargos similares na área da segurança pública, como:

  • Agente da Polícia Federal;
  • Escrivão da Polícia Federal;
  • Perito Criminal Federal;
  • Papiloscopista da Polícia Civil (estadual);
  • Perito Técnico em Identificação.

Todos esses cargos exigem concursos públicos e oferecem boas remunerações, estabilidade e atuação direta em investigações e ações de segurança.