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Concurso CGU: Novo edital é solicitado ao MGI!

O novo concurso CGU poderá ter edital publicado em breve com 500 oportunidades!

Concurso CGU: Novo edital é solicitado ao MGI!
Concurso CGU: Edital solicitado com 500 vagas!

A Controladoria-Geral da União (CGU) pode abrir novas oportunidades em 2026! Um novo pedido de 500 vagas para o concurso CGU foi encaminhado ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), com previsão de contemplar os cargos de Técnico de Finanças e Controle e Auditor de Finanças e Controle. A CGU é o órgão responsável pelo controle interno do Executivo Federal, atuando na fiscalização do uso de recursos públicos, na prevenção e combate à corrupção e no fortalecimento da transparência.

Das oportunidades solicitadas, serão 470 vagas para o cargo de Auditor e 30 vagas para Técnico. A solicitação agora está em análise pelo MGI, que decidirá se autoriza ou não a realização do novo concurso CGU. Se o pedido for aprovado, o órgão terá até seis meses para publicar o edital com todas as regras, prazos e requisitos da seleção.

Os salários iniciais chegam a R$20,9 mil para Auditor e ultrapassam os R$7,9 mil para Técnico, sem considerar benefícios adicionais. Com o pedido já em análise pelo MGI e o último concurso da CGU próximo do fim da validade, cresce a expectativa pela autorização de um novo edital ainda em 2026. Confira os detalhes a seguir!

Concurso CGU: Situação atual!

A Controladoria-Geral da União confirmou oficialmente que encaminhou ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) um novo pedido de autorização para realização do concurso CGU. A informação foi divulgada pelo próprio órgão em resposta à imprensa especializada.

A CGU enfrenta, atualmente, um cenário de defasagem no quadro de servidores, o que motivou a solicitação de autorização para a realização de um novo concurso público com o objetivo de recompor a força de trabalho do órgão.

Segundo levantamentos recentes, a CGU acumula aproximadamente 1.246 cargos vagos de Auditor Federal de Finanças e Controle.

Mesmo contando com cerca de 1.754 servidores ativos na carreira, o órgão enfrenta desequilíbrio na distribuição de pessoal entre Brasília e as unidades regionais espalhadas pelo país.

Entre os estados com maior concentração de auditores estão:

  • Rio de Janeiro;
  • Minas Gerais;
  • Goiás;
  • São Paulo;
  • Pernambuco.

Ainda assim, diversas unidades regionais operam com quadro reduzido, situação que aumenta a pressão pela autorização de um novo concurso público.

Em relação ao pedido encaminhado para o ano de 2026, ainda não houve manifestação oficial por parte do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Diante disso, a CGU já trabalha na elaboração de uma nova solicitação, desta vez com foco na realização de um certame em 2027.

No requerimento mais recente enviado ao governo federal, o órgão solicitou a abertura de 500 vagas, distribuídas da seguinte forma:

  • 470 vagas para o cargo de Auditor Federal de Finanças e Controle (AFFC);
  • 30 vagas para Técnico Federal de Finanças e Controle (TFFC).

De acordo com informações da própria Controladoria, o novo pedido em preparação deverá manter o mesmo quantitativo de oportunidades, reforçando a necessidade de recomposição do quadro funcional e a continuidade das atividades estratégicas de controle, auditoria e combate à corrupção no âmbito federal.

Vale lembrar que em janeiro de 2026, a Controladoria-Geral da União publicou uma norma que detalha como será feita a avaliação de desempenho dos servidores durante o estágio probatório. O documento, que já vale como referência para os próximos nomeados, apresenta regras claras sobre duração do período, critérios de pontuação, competências avaliadas e procedimentos de recurso.

Outro fator que reforça a necessidade de um novo concurso da Controladoria-Geral da União é a situação do último certame. A seleção mais recente foi realizada em 2021 e sua validade está prevista para terminar em 13 de junho de 2026, o que pode abrir espaço para novas convocações ou para a publicação de um novo edital, caso haja autorização oficial.

Como vai funcionar o estágio probatório na CGU?

O texto estabelece que o estágio probatório terá duração de 36 meses, contados a partir do início do efetivo exercício. A norma também é direta ao afirmar que não será permitido usar tempo anterior de serviço para “encurtar” esse período, mesmo que o candidato já tenha atuado no mesmo cargo em outro órgão ou em outra ocasião.

A avaliação de desempenho será contínua, com acompanhamento ao longo do tempo. O modelo adotado pela CGU prevê ciclos trimestrais e uma pontuação composta por mais de uma fonte de avaliação, para reduzir distorções e incentivar o desenvolvimento técnico do servidor.

De acordo com o regulamento, a pontuação de cada ciclo será formada, em geral, por:

  • Chefia imediata, com peso de 72,5%
  • Autoavaliação do servidor, com 27,5%
  • Avaliação por pares, quando prevista, assumindo parte do peso da chefia

Isso significa que a nota não depende apenas de um único avaliador, o que tende a trazer mais transparência ao processo, principalmente em cargos estratégicos como os da CGU.

Ao longo do acompanhamento, a Controladoria avaliará o desempenho com base em cinco critérios principais, cada um com pontuação máxima definida:

  • Produtividade: até 32 pontos
  • Capacidade de iniciativa: até 15 pontos
  • Responsabilidade: até 30 pontos
  • Disciplina: até 20 pontos
  • Assiduidade: até 8 pontos

A norma ainda determina que as notas atribuídas devem ser justificadas, com base em descrições objetivas, levando em conta o tipo de atividade do servidor (incluindo casos em que há atendimento ao público ou atuação interna).

Para ser considerado apto ao fim do estágio probatório, o servidor deverá alcançar média mínima de 80 pontos, além de cumprir uma exigência adicional que pode influenciar diretamente o resultado: a conclusão de um programa obrigatório de formação.

As notas finais serão classificadas com os seguintes conceitos:

  • 96 a 100: Excepcional
  • 91 a 95: Alto Desempenho
  • 80 a 90: Adequado
  • 51 a 79: Inadequado
  • até 50: Insuficiente

Caso o servidor atinja o conceito “Excepcional”, o resultado pode constar com destaque na publicação de homologação.

Outro ponto importante é o Programa de Desenvolvimento Inicial, ofertado pela Enap, que passa a integrar formalmente as exigências do estágio probatório. A capacitação aborda temas ligados à atuação no setor público e à rotina de trabalho em órgãos de controle e integridade, como ética, políticas públicas, administração pública, integridade e competências digitais.

O servidor deverá cumprir:

  • 50% do curso até o encerramento do 1º ciclo avaliativo
  • 100% até o fim do 2º ciclo
  • havendo justificativa, o prazo poderá ser prorrogado conforme regras internas

Depois dos ciclos avaliativos, a norma prevê uma avaliação especial, feita por uma comissão composta por cinco servidores estáveis. Essa comissão consolida os resultados e encaminha a conclusão para homologação pela autoridade competente.

Caso o servidor discorde do resultado, será possível solicitar:

  • Reconsideração à chefia imediata
  • Recurso para análise da comissão, se necessário

Em quais situações o servidor pode ser reprovado?

Além de não atingir a pontuação mínima, o servidor poderá ser reprovado caso:

  • Não conclua o Programa de Desenvolvimento Inicial da Enap
  • Tenha desempenho classificado como “Inadequado” ou “Insuficiente”
  • Não atenda às competências previstas para o cargo

Se ocorrer reprovação, o texto prevê medidas administrativas como exoneração ou recondução ao cargo anterior, quando houver essa possibilidade legal.

Cargos e vagas do concurso CGU

No pedido encaminhado ao governo federal, a Controladoria-Geral da União prevê a autorização de 500 vagas no próximo concurso CGU, distribuídas entre os dois cargos centrais da carreira de Finanças e Controle: 470 oportunidades para Auditor Federal de Finanças e Controle e 30 para Técnico Federal de Finanças e Controle.

O volume solicitado reforça a necessidade de recomposição da força de trabalho no órgão. Isso porque, conforme levantamento, a CGU registra 2.960 cargos vagos apenas nessas duas funções, o que evidencia o déficit de servidores e aumenta a expectativa pela publicação de um novo edital. A distribuição das vacâncias é a seguinte:

  • 1.671 cargos vagos – Técnico Federal de Finanças e Controle
  • 1.289 cargos vagos – Auditor Federal de Finanças e Controle
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Salários do concurso CGU

A remuneração dos cargos da Controladoria-Geral da União (CGU) segue regras definidas em lei e faz parte do plano de carreira da área de Finanças e Controle. Os valores são regulamentados pela Lei nº 14.673/2023 e passam por um reajuste que terá vigência a partir de abril de 2026.

A seguir, confira os valores previstos para os cargos de Auditor Federal de Finanças e Controle e Técnico Federal de Finanças e Controle, que são os principais do próximo concurso CGU.

Salário do Auditor da CGU

No topo do plano de carreira, o cargo de Auditor Federal de Finanças e Controle pode alcançar R$ 36.694,00, enquanto o valor inicial é de R$ 20.000,00.

ClassePadrãoSubsídio (a partir de 2026)
EspecialVR$ 36.694,00
EspecialIVR$ 35.684,22
EspecialIIIR$ 34.702,24
EspecialIIR$ 33.747,27
EspecialIR$ 32.818,59
CVR$ 31.037,19
CIVR$ 30.183,08
CIIIR$ 29.352,48
CIIR$ 28.544,73
CIR$ 27.759,21
BVR$ 26.437,35
BIVR$ 25.709,82
BIIIR$ 25.002,32
BIIR$ 24.314,29
BIR$ 23.645,19
AVR$ 22.361,72
AIVR$ 21.746,35
AIIIR$ 21.147,92
AIIR$ 20.565,95
AIR$ 20.000,00

Salário do Técnico da CGU

Já o cargo de Técnico Federal de Finanças e Controle apresenta remuneração inicial de R$ 8.300,00, podendo chegar ao valor máximo de R$ 16.914,70 no fim da carreira.

ClassePadrãoSubsídio (a partir de 2026)
EspecialVR$ 16.914,70
EspecialIVR$ 16.376,10
EspecialIIIR$ 15.854,65
EspecialIIR$ 15.349,80
EspecialIR$ 14.861,02
CVR$ 13.929,67
CIVR$ 13.486,12
CIIIR$ 13.056,69
CIIR$ 12.640,93
CIR$ 12.238,41
BVR$ 11.471,42
BIVR$ 11.106,15
BIIIR$ 10.752,50
BIIR$ 10.410,12
BIR$ 10.078,63
AVR$ 9.447,00
AIVR$ 9.146,18
AIIIR$ 8.854,95
AIIR$ 8.572,98
AIR$ 8.300,00

Além do salário inicial atrativo, a carreira na CGU permite evolução ao longo do tempo, conforme regras de desenvolvimento funcional previstas para o serviço público federal. De forma geral, existem dois movimentos principais:

  • Progressão funcional: quando o servidor avança para o padrão seguinte dentro da mesma classe, de acordo com critérios e tempo de efetivo exercício.
  • Promoção: quando o servidor passa do último padrão de uma classe para o primeiro padrão da classe seguinte, avançando no plano de carreira.

Requisitos do concurso CGU

De acordo com o último edital publicado em 2021, os candidatos deveriam atender aos seguintes requisitos básicos:

  • Ter sido aprovado no concurso público dentro do número de vagas;
  • Ter nacionalidade brasileira ou portuguesa (nos termos do Estatuto de Igualdade);
  • Estar em pleno gozo dos direitos políticos;
  • Estar quite com as obrigações eleitorais;
  • Estar quite com as obrigações militares (para candidatos do sexo masculino);
  • Ter idade mínima de 18 anos completos na data da posse;
  • Possuir os requisitos exigidos para o exercício do cargo;
  • Apresentar aptidão física e mental para o exercício das atribuições;
  • Não possuir antecedentes criminais incompatíveis com o exercício da função pública;
  • Cumprir as demais exigências estabelecidas no edital.

Requisitos específicos por cargo

Além de atender aos requisitos básicos, o candidato deve se atentar aos específicos:

Auditor Federal de Finanças e Controle (AFFC):

  • Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de nível superior em qualquer área de formação, fornecido por instituição reconhecida pelo MEC.

Técnico Federal de Finanças e Controle (TFFC):

  • Certificado de conclusão de nível médio (ensino médio completo), fornecido por instituição reconhecida pelo MEC.

Atribuições

O Técnico Federal de Finanças é responsável por prestar apoio técnico e administrativo, visando ao funcionamento do órgão, registrar, consultar, extrair, organizar e consolidar dados e informações nos sistemas corporativos sob responsabilidade do órgão, auxiliar a execução de atividades de auditoria, de fiscalização, de correição, de ouvidoria, de transparência pública, de administração financeira, orçamentária, patrimonial e contábil e de elaboração da programação financeira.

Além de subsidiar a formulação de diretrizes da administração financeira, orçamentária, patrimonial, contábil, de correição e de auditoria e participar das etapas de coleta e de tratamento primário dos elementos necessários à execução, ao acompanhamento e ao processamento de dados referentes aos trabalhos contábeis, de auditoria, de programação orçamentário-financeira e de correição do setor público.

Já as atribuições do Auditor Federal de Finanças variam conforme o âmbito de atuação. Dessa forma:

  • Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal: atividades de avaliação do cumprimento das metas previstas no plano plurianual, da execução dos programas de governo e dos orçamentos da União, da análise da qualidade do gasto público e da avaliação da gestão dos administradores públicos federais, utilizando como instrumentos a auditoria e a fiscalização.
  • Sistema de Contabilidade Federal: atividades de registro, tratamento, controle e acompanhamento das operações patrimoniais e contábeis relativas à administração orçamentária, financeira e patrimonial da União, com vistas à elaboração de demonstrações contábeis do setor público nacional.
  • Sistema de Administração Financeira Federal: atividades de programação financeira da União, da administração de direitos e haveres, de garantias e de obrigações de responsabilidade do Tesouro Nacional, da orientação técnico-normativa referente à execução orçamentária e financeira e do monitoramento das finanças dos entes federativos.
  • Sistema de Correição do Poder Executivo Federal: atividades relacionadas à prevenção e à apuração de irregularidades na esfera do Poder Executivo Federal.

Etapas e provas do concurso CGU

O último concurso da Controladoria-Geral da União foi realizado em 2021, com organização da Fundação Getulio Vargas (FGV). O certame contou com diferentes fases de caráter eliminatório e classificatório, aplicadas em diversas capitais do país .

De forma geral, o processo seletivo foi estruturado nas seguintes etapas:

  • Prova objetiva;
  • Prova discursiva;
  • Perícia médica (para candidatos PcD);
  • Procedimento de heteroidentificação (para candidatos negros).

A seguir, confira os detalhes de cada fase:

Prova objetiva

A prova objetiva teve caráter eliminatório e classificatório e foi aplicada juntamente com a discursiva, na data provável de 20 de março de 2022 .

A estrutura variou conforme o cargo:

Técnico Federal de Finanças e Controle (TFFC):

  • 80 questões de múltipla escolha (5 alternativas);
  • Valor: 1 ponto por questão (total de 80 pontos);
  • Distribuição:
    • 30 questões de conhecimentos básicos;
    • 50 questões de conhecimentos específicos.

Auditor Federal de Finanças e Controle (AFFC):

  • 110 questões de múltipla escolha;
  • Valor: 1 ponto por questão (total de 110 pontos);
  • Distribuição:
    • 30 questões de conhecimentos básicos;
    • 40 questões de conhecimentos específicos;
    • 40 questões de conhecimentos especializados.

Critérios de eliminação:

Técnico (TFFC):

  • Mínimo de 12 pontos em conhecimentos básicos;
  • Mínimo de 18 pontos em conhecimentos específicos;
  • Mínimo de 40 pontos no total;
  • Classificação dentro de até 3 vezes o número de vagas.

Auditor (AFFC):

  • Mínimo de 12 pontos em conhecimentos básicos;
  • Mínimo de 16 pontos em conhecimentos específicos;
  • Mínimo de 16 pontos em conhecimentos especializados;
  • Mínimo de 60 pontos no total;
  • Classificação dentro de até 3 vezes o número de vagas.

Prova discursiva

A prova discursiva também teve caráter eliminatório e classificatório e foi aplicada no mesmo dia da objetiva.

A estrutura variou por cargo:

Técnico (TFFC):

  • 1 redação de até 30 linhas;
  • Tema atualidades;
  • Valor total: 30 pontos.

Auditor (AFFC):

  • 1 dissertação (até 90 linhas) – 50 pontos;
  • 1 questão discursiva (até 15 linhas) – 20 pontos;
  • Total: 70 pontos;
  • Conteúdo: Administração Pública, Direito Constitucional, Administrativo ou AFO.

Critério de eliminação:

  • Nota inferior a 50% da pontuação total da prova discursiva.

Perícia médica (PcD)

  • Etapa destinada aos candidatos que se declararam pessoas com deficiência;
  • Caráter eliminatório;
  • Objetivo: confirmar a condição declarada no ato da inscrição.

Heteroidentificação (candidatos negros)

  • Etapa voltada aos candidatos que concorreram às vagas reservadas para negros;
  • Caráter eliminatório;
  • Realizada por comissão avaliadora, com análise do fenótipo do candidato.

O que cai na prova do concurso CGU?

De acordo com o edital de 2021, o conteúdo programático do concurso CGU foi dividido entre conhecimentos básicos, específicos e, no caso de Auditor, conhecimentos especializados. A seguir, confira as principais disciplinas cobradas e seus conteúdos:

Língua Portuguesa

  • Interpretação e compreensão de textos;
  • Tipos e gêneros textuais;
  • Coesão e coerência;
  • Classes de palavras;
  • Semântica (sinônimos, antônimos, homônimos e parônimos);
  • Funções da linguagem;
  • Figuras de linguagem;
  • Tipos de discurso (direto, indireto e indireto livre);
  • Níveis de linguagem;
  • Estrutura e organização das frases.

Língua Inglesa

  • Estratégias de leitura e interpretação de textos;
  • Identificação de informações específicas;
  • Inferência e compreensão global;
  • Vocabulário (sinônimos e antônimos);
  • Estruturas gramaticais:
    • Tempos verbais;
    • Preposições e conjunções;
    • Pronomes;
    • Voz ativa e passiva;
  • Discurso direto e indireto;
  • Expressões idiomáticas.

Raciocínio Lógico-Quantitativo

  • Estruturas lógicas;
  • Proposições e conectivos;
  • Tabelas-verdade;
  • Argumentação lógica;
  • Sequências numéricas;
  • Análise combinatória;
  • Probabilidade básica;
  • Resolução de problemas.

Administração Pública e Políticas Públicas

  • Ciclo das políticas públicas;
  • Planejamento governamental;
  • Gestão por resultados;
  • Governança e governabilidade;
  • Governo digital;
  • Participação social na gestão pública;
  • Indicadores de políticas públicas;
  • Corrupção e impacto nas políticas públicas.

Direito Constitucional

  • Constituição Federal de 1988;
  • Princípios fundamentais;
  • Direitos e garantias fundamentais;
  • Organização do Estado;
  • Administração Pública;
  • Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário;
  • Controle de constitucionalidade;
  • Ordem econômica e financeira.

Direito Administrativo

  • Conceitos e princípios da Administração Pública;
  • Atos administrativos;
  • Poderes administrativos;
  • Agentes públicos;
  • Responsabilidade civil do Estado;
  • Serviços públicos;
  • Organização administrativa;
  • Licitações e contratos;
  • Processo administrativo (Lei nº 9.784/1999);
  • Improbidade administrativa;
  • Ética no serviço público.

Administração Financeira e Orçamentária (AFO)

  • Orçamento público;
  • PPA, LDO e LOA;
  • Lei de Responsabilidade Fiscal;
  • Receita e despesa pública;
  • Classificações orçamentárias;
  • Execução orçamentária e financeira;
  • Planejamento e programação financeira.

Auditoria Governamental

  • Sistema de controle interno;
  • Normas de auditoria;
  • Planejamento e execução de auditoria;
  • Relatórios de auditoria;
  • Gestão de riscos;
  • Auditoria interna no setor público;
  • Normas da CGU e legislação aplicável.

Contabilidade Aplicada ao Setor Público

  • Estrutura conceitual da contabilidade pública;
  • Demonstrações contábeis;
  • Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP);
  • Lei nº 4.320/1964;
  • Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP);
  • Relatórios fiscais;
  • Procedimentos contábeis orçamentários e patrimoniais.

Tecnologia da Informação (quando aplicável)

  • Banco de dados;
  • Desenvolvimento de sistemas;
  • Segurança da informação;
  • Computação em nuvem;
  • Big Data e ciência de dados;
  • Governança de TI;
  • Infraestrutura tecnológica.

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Como foi o último edital?

O último concurso CGU aconteceu em 2021, para o provimento de 375 vagas, sendo 75 vagas para o cargo de Técnico Federal de Finanças e Controle (TFFC) e 300 vagas para o cargo de Auditor Federal de Finanças e Controle (AFFC).

As oportunidades de Auditor foram distribuídas entre as especialidades de Auditoria e Fiscalização, Tecnologia da Informação, Contabilidade Pública e Finanças e Correição e Combate à Corrupção.

Na época, os profissionais receberam salários iniciais de R$7.283,21 para Técnico e R$19.197,06 para Auditor, além de benefícios, como: auxílio-alimentação, adicional de qualificação, adicional de cursos de capacitação e auxílio-creche para os colaboradores com filhos.

A lotação dos servidores aconteceu em todas as regiões do Brasil, nos seguintes estados:

  • Nordeste: Recife/PE
  • Sul: Porto Alegre/RS
  • Sudeste: São Paulo/SP
  • Centro-Oeste: Brasília/DF
  • Norte: Rio Branco/AC, Manaus/AM, Macapá/AP, Belém/PA, Porto Velho/RO, Boa Vista/RR e Palmas/TO.

Provas e etapas de seleção

A seleção dos candidatos ocorreu por meio de quatro etapas: prova objetiva, prova discursiva, perícia médica e heteroidentificação.

A prova objetiva para o cargo de Técnico Federal de Finanças e Controle consistiu em 80 questões, valendo 1 ponto cada questão, totalizando 80 pontos, sendo 30 de conhecimentos básicos e 50 de conhecimentos específicos.

As questões tiveram cinco alternativas cada, sendo apenas uma resposta considerada correta. Os candidatos tiveram que demonstrar conhecimentos sobre língua portuguesa, língua inglesa, raciocínio-lógico quantitativo, noções de tecnologia da informação, noções de direito constitucional e administrativo, noções de administração financeira, orçamentária e geral, além de conhecimentos sobre a organização, competências e sistemas estruturantes da controladoria-geral da união.

Já a prova objetiva para o cargo de Auditor Federal de Finanças e Controle consistiu em 110 questões, valendo 1 ponto cada questão, totalizando 110 pontos.

Os profissionais tiveram que demonstrar conhecimentos sobre língua portuguesa, língua inglesa, administração pública e políticas públicas, direito constitucional, direito administrativo, administração financeira e orçamentária, fundamentos de auditoria governamental, além de conhecimentos sobre a organização, competências e sistemas estruturantes da controladoria-geral da união.

Quanto a prova discursiva, consistiu em uma redação de até 30 linhas sobre algum tema da atualidade, totalizando 30 pontos, para o cargo de Técnico.

Já para o cargo de Auditor, a prova discursiva consistiu em uma dissertação, de até 90 linhas, totalizando 50 pontos, além de uma questão, de até 15 linhas, valendo 20 pontos.