Concurso PC RR: Comissão organizadora formada; banca será escolhida!

Concurso PC RR: Comissão organizadora é formada; banca será escolhida!

Formada a comissão organizadora do concurso PC RR (Polícia Civil de Roraima). Agora, próximo passo será a definição da banca organizadora. A prova objetiva da seleção será aplicada a todos os concorrentes, sendo composta por itens de Conhecimentos Gerais e Específicos! Vale lembrar, que a corporação está finalizando as últimas pendênci...

Status do concurso: Previsto

Formada a comissão organizadora do concurso PC RR (Polícia Civil de Roraima). Agora, próximo passo será a definição da banca organizadora. A prova objetiva da seleção será aplicada a todos os concorrentes, sendo composta por itens de Conhecimentos Gerais e Específicos!

Vale lembrar, que a corporação está finalizando as últimas pendências do certame de 2018, que foi cancelado. Após isso, um novo edital será divulgado para aumentar o efetivo no quadro do órgão!

Comissão organizadora do concurso PC RR

Foi dado mais um passo ruma a realização do novo concurso PC RR. Foi instituído pelo delegado-geral, Hebert Amorim, a comissão organizadora que vai dar andamento nos trâmites do certame.

Os servidores foram designados através de uma portaria do dia 28 de dezembro, anexada ao processo digital referente ao concurso PC RR. O documento ainda não foi divulgado no Diário Oficial, isso deverá ser feito em uma das próximas edições.

Mediante a definição dos membros da comissão organizadora, o próximo passo será a elaboração do projeto básico e o início do processo licitatório para definição da banca organizadora que será responsável pela execução da seleção .

A expectativa é que o concurso PC RR oferte 330 vagas que foram anunciadas no edital de 2018. Aquela seleção acabou sendo cancelada devido à crise financeira, e o preenchimento dessas vagas ainda está pendente.

Porém, a confirmação das vagas será dada somente após os estudos da comissão organizadora. O concurso PC RR deve ser realizado em conjunto com a Secretaria de Estado da Gestão Estratégica e Administração do Estado.

Com essa nova portaria, a comissão organizadora formada anteriormente fica revogada, ou seja, não vale mais. “Ao revogar o decreto que instituiu a comissão de 2017, encerra-se assim o último concurso que foi cancelado devido à crise financeira”, relatou a corporação.

Foi ressaltado pelo delegado-geral, Hebert Amorim, ser de extrema importância a realização do concurso PC RR para suprir a vacância de servidores que existe na corporação.

Sobre a Polícia Civil de Roraima

A estruturação da polícia no Território Federal de Roraima data de 1944, quando através do Decreto nº 1, o governador Ene Garcez dos Reis organizou a administração pública do Território, criando a Divisão de Segurança e Guarda Territorial – D.S.T.G., com a finalidade de assegurar proteção à sociedade e manter a ordem e tranquilidade pública.

A criação da Guarda Territorial, uma corporação uniformizada de natureza civil, pelo Decreto nº 2, do mesmo ano, dotou a estrutura da segurança de uma organização destinada ao policiamento preventivo e manutenção da ordem.

A polícia judiciária foi regulamentada pelo Decreto nº 3, de 1945, com a chefia atribuída ao Diretor da Divisão de Segurança e o exercício aos Delegados de Polícia nomeados pelo governador, os quais, também, tinham competência sobre o policiamento preventivo.

Em 1962 surge o Regimento Interno da Divisão de Segurança e Guarda, prevendo a existência da Delegacia de Polícia da Capital, da Delegacia de Polícia do Interior e das subdelegacias da Polícia do Interior.

À Polícia Civil, nos termos da Lei nº 6.550, de 1978, incumbia o desempenho da atribuição policial.

Com a criação do Estado de Roraima em 1988 e a constitucionalização da Polícia Civil, passou a ser integrada por policiais civis federais do antigo Território Federal de todas as categorias, delegados de polícia, peritos criminais, auxiliares de peritos, médicos legistas, agentes de polícia, escrivães de polícia, etc., em sua maioria submetidos a concursos públicos promovido pelo antigo DASP, o último ocorrido em 1984, com curso de formação policial intensivo, de mais de três meses, promovido pela Academia Nacional de Polícia, que montou uma sucursal em Boa Vista, na Escola Gonçalves Dias, ao lado do local onde fica hoje a Academia Integrada de Segurança Pública. No entanto, também passa a ser integrada por servidores não concursados ou desviados de função, resultando em algumas deficiências.

No governo de Neudo Campos, no fim de 2001, foi editada a Lei Complementar nº 55/01, a Lei Orgânica da Polícia Civil, que criou o plano de cargos da instituição, com previsão de concurso público para o seu preenchimento, porém, tal medida não foi aplicada imediatamente, comprometendo o plano que, por ser estadual, não interessava aos policiais do extinto Território.

Em março de 2003, o governador Flamarion Portela realizou o primeiro concurso público da Polícia Civil estadual. O CESPE foi a empresa escolhida para ministrar o concurso para o provimento de, aproximadamente, 720 vagas distribuídas pelos cargos de: Delegado de Polícia, Perito Médico-Legista, Perito Odontolegista, Perito Criminal, Agente de Polícia, Escrivão de Polícia, Perito Papiloscopista, Agente Carcerário, Auxiliar de Perito Criminal e Auxiliar de Necrópsia.

Em 19 de julho de 2004, após os candidatos cursarem 4 meses de Academia de Polícia, realizada no ISSeC, tomaram posse como policiais civis.

Os servidores não estáveis foram demitidos e os que tinham cargos estáveis, como de auxiliar de serviços diversos mas se achavam deslocados das suas funções para exercer atribuições de polícia judiciária, foram revertidos às suas funções de origem.

Permaneceram na função pública, somente, os servidores públicos da União, que já se encontravam lotados na Secretaria de Segurança Pública.

Hoje, a Polícia Civil do Estado, dirigida por Delegado de Polícia de carreira nomeado pelo governador e participante do organograma da Secretaria de Estado da Segurança Pública, exerce as suas atribuições constitucionais de polícia judiciária e apuração das infrações penais nos seus limites territoriais.

Em 30 de junho de 2014, teve sua sede transferida para a Cidade da Polícia, antigo Conjunto dos Executivos, localizada na Av. Getúlio Vargas, 2098, Canarinho, Boa Vista, onde funciona a Administração Superior, composta por todos os departamentos de polícia, além do 1º Distrito Policial e unidades auxiliares.

Último concurso PC RR ofertava vagas de níveis médio e superior

Divulgado no mês de agosto do ano de 2018, o concurso PC RR tinha o objetivo de ofertar 330 vagas efetivas para carreiras de níveis médio e superior. As lotações seriam tanto na cidade de Boa Vista/RR, quanto para unidade do interior do estado.

As oportunidades eram para os seguintes cargos: Delegado (35 vagas), Médico Legista (6 vagas), Odontolegista (2 vagas), Perito Criminal em diversas áreas (14 vagas), Escrivão (120 vagas), Agente (100 vagas), Perito Papiloscopista (15 vagas), Auxiliar de Perito Criminal (23 vagas) e Auxiliar de Necrópsia (15 vagas).

Na época em que o edital foi publicado, os salários dos cargos variavam entre R$ 3.035,16 a R$ 18.387,42.

Era previsto no edital do concurso PC RR, que os candidatos seriam avaliados por meio de nove etapas. As primeiras etapas seriam:

– Prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, seria aplicado para todos os cargos com questões de conhecimentos gerais e específicos;

– Prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, aplicável somente para o cargo de Delegado (classe substituta). Seria composta por duas questões de estudo de caso e uma peça processual, abrangendo conhecimentos específicos;

– Prova discursiva para os demais cargos, essa etapa consistiria em uma redação e o participante deveria produzir uma dissertação em prosa, a partir da leitura de textos auxiliares.

As outras etapas avaliativas do concurso PC RR, eram:

– Avaliação Psicológica, de caráter eliminatório;

– Exames Médicos realizados pela junta médica do Estado de Roraima;

– Teste de Aptidão Física, de caráter eliminatório para os cargos de Delegado e Agente;

– Prova Oral, de caráter eliminatório e classificatório, para a carreira de Delegado;

– Análise de Títulos para os cargos de Médico Legista, Odontolegista, Delegado e Perito Criminal;

– Investigação Relativa aos Aspectos Moral e Social, de caráter eliminatório, e de responsabilidade da Polícia Civil do Estado de Roraima.

A última etapa avaliativa do certame seria o curso de formação profissional, de caráter eliminatório, ministrado pela Escola de Polícia Civil com duração de 06 meses e com carga horária mínima de 960 horas/aula.

O curso tem como objetivo complementar, ampliar e desenvolver o nível de conhecimento teórico-prático para o futuro desempenho das atribuições relacionadas à carreira. Ao final das aulas é aplicada uma prova final versando sobre as disciplinas ministradas na formação, tendo o valor de 0 a 100 pontos.

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