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Concurso Receita Federal: Órgão trabalha em sua reestruturação!

Redator da Nova Concursos

icone calendario 19 ago 2019

Após pedido para realizar um novo concurso Receita Federal, órgão trabalha em sua reestruturação para aprimorar a execução dos processos de trabalho.

⇒ Confira todas as informações na página do concurso!

Reestruturação da Receita Federal

Na semana passada a Receita Federal solicitou ao Ministério da Economia novos pedidos de concurso com a oferta de 2.153 vagas.

Do total de vagas, são 1.453 vagas destinadas para o cargo de Analista Tributário e 700 vagas para a carreira de Auditor Fiscal. Ambas as oportunidades têm como requisito necessário, graduação em qualquer área.

Após a solicitação do aval para concursos, o órgão trabalha na sua reestruturação baseado em três pilares, confira:

Regionalização dos Processos de Trabalho

O primeiro pilar consiste na especialização de unidades e equipes para a realização de tarefas específicas. Esse processo tem como objetivo melhorar o desempenho pela especialização do trabalho.

Para promover a regionalização, as atividades da Receita Federal foram classificadas em duas categorias, sendo:

  • Processos que não demandam contato direto com o cidadão;
  • Processos que demandam contato direto com o cidadão.

A transformação do processo eletrônico permite que as execuções dos trabalhos sejam feitas independentes da localização física dos servidores, dos contribuintes e das unidades organizacionais.

Desta maneira, os processos que não demandam contato direito com o cidadão passarão a ser geridos e executados regionalmente, estruturados em 6 (seis) temáticas:

  • Gestão do Crédito Tributário;
  • Fiscalização;
  • Controle Aduaneiro e Repressão;
  • Tributação e Contencioso;
  • Gestão Corporativa.

Os trabalhos que demandam contato direto com cidadão como atendimento presencial, a vigilância, parte do controle e da gestão corporativa continuarão sendo executados localmente.

Diminuição das Estruturas Hierárquicas

No segundo pilar, o número de regiões fiscais terá sua redução de dez para cinco. E as unidades organizacionais terão estruturas mais simples e com menos níveis hierárquicos.

A primeira região fiscal irá contemplar as regiões Norte e Centro-Oeste, com exceção do Estado do Mato Grosso do Sul. A segunda, todo o Nordeste. A terceira, a região Sudeste, menos o Estado de São Paulo, que será a quarta. E, por fim, os Estado do Sul que irão compor a quinta região fiscal junto com o Mato Grosso do Sul.

Revisão das Unidades Físicas em busca de maior racionalidade

No terceiro pilar com a regionalização dos processos e a expansão do atendimento eletrônico ao cidadão, a necessidade de estruturas físicas para a prestação de um serviço público eficiente terá redução. A princípio, as menores delegacias serão transformadas em agências, e as menores agências irão ser transformadas em postos de atendimento, de acordo com os interesses do município.

Além do número de servidores, outros fatores como a quantidade de atendimentos e a distância entre unidades serão levados em conta nessa definição. No novo modelo, irão existir seis delegacias especiais de maiores contribuintes, com jurisdição nacional e responsáveis por setores econômicos específicos.

Ainda existirão, delegacias especializadas em fiscalização, em gestão do crédito tributário e em repressão ao contrabando e descaminho.

Os servidores de modo geral, continuarão vinculados fisicamente às suas unidades de origem, mesmo participando de equipes e processos regionais. Sua produtividade será mensurada e direcionada por metas quantitativas de desempenho.

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