A Controladoria-Geral da União (CGU) pode abrir novas oportunidades em 2026! Um novo pedido de concurso CGU foi encaminhado ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), com previsão de contemplar os cargos de técnico de finanças e controle e auditor de finanças e controle. A CGU é o órgão responsável pelo controle interno do Executivo Federal, atuando na fiscalização do uso de recursos públicos, na prevenção e combate à corrupção e no fortalecimento da transparência.
Foram solicitadas 500 vagas, sendo 470 vagas para o cargo de Auditor Federal de Finanças e 30 vagas para Técnico Federal de Finanças. A solicitação agora está em análise pelo MGI, que decidirá se autoriza ou não a realização do novo concurso CGU. Se o pedido for aprovado, o órgão terá até seis meses para publicar o edital com todas as regras, prazos e requisitos da seleção.
Quer saber todos os detalhes sobre o novo pedido, os cargos previstos e o que pode vir por aí? Continue lendo a matéria completa e fique por dentro de tudo sobre o próximo concurso CGU!
Índice
Concurso CGU: Situação atual!
A movimentação para um novo concurso CGU ganhou mais um elemento importante nesta semana: a Controladoria-Geral da União publicou uma norma que detalha como será feita a avaliação de desempenho dos servidores durante o estágio probatório. O documento, que já vale como referência para os próximos nomeados, apresenta regras claras sobre duração do período, critérios de pontuação, competências avaliadas e procedimentos de recurso.
A medida foi oficializada com a Portaria Normativa CGU nº 244/2026, publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (21). Com isso, cresce a leitura de que a administração pública está se preparando para a chegada de novos servidores, o que fortalece a expectativa de um edital do concurso CGU em 2026.
Nos bastidores, a perspectiva de autorização também segue em alta. Informações atribuídas a fontes internas indicam que o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) já teria demonstrado sinalização favorável para a realização do novo certame. O movimento foi formalizado no final de maio de 2025, quando a CGU encaminhou ao MGI um pedido de autorização para 500 vagas, sendo:
- 470 vagas para Auditor Federal de Finanças e Controle (AFFC) – nível superior
- 30 vagas para Técnico Federal de Finanças e Controle (TFFC) – nível médio
Outro fator que reforça a necessidade de um novo concurso da Controladoria-Geral da União é a situação do último certame. A seleção mais recente foi realizada em 2021 e sua validade está prevista para terminar em 13 de junho de 2026, o que pode abrir espaço para novas convocações ou para a publicação de um novo edital, caso haja autorização oficial.
Como vai funcionar o estágio probatório na CGU?
O texto estabelece que o estágio probatório terá duração de 36 meses, contados a partir do início do efetivo exercício. A norma também é direta ao afirmar que não será permitido usar tempo anterior de serviço para “encurtar” esse período, mesmo que o candidato já tenha atuado no mesmo cargo em outro órgão ou em outra ocasião.
A avaliação de desempenho será contínua, com acompanhamento ao longo do tempo. O modelo adotado pela CGU prevê ciclos trimestrais e uma pontuação composta por mais de uma fonte de avaliação, para reduzir distorções e incentivar o desenvolvimento técnico do servidor.
De acordo com o regulamento, a pontuação de cada ciclo será formada, em geral, por:
- chefia imediata, com peso de 72,5%
- autoavaliação do servidor, com 27,5%
- avaliação por pares, quando prevista, assumindo parte do peso da chefia
Isso significa que a nota não depende apenas de um único avaliador, o que tende a trazer mais transparência ao processo, principalmente em cargos estratégicos como os da CGU.
Ao longo do acompanhamento, a Controladoria avaliará o desempenho com base em cinco critérios principais, cada um com pontuação máxima definida:
- Produtividade: até 32 pontos
- Capacidade de iniciativa: até 15 pontos
- Responsabilidade: até 30 pontos
- Disciplina: até 20 pontos
- Assiduidade: até 8 pontos
A norma ainda determina que as notas atribuídas devem ser justificadas, com base em descrições objetivas, levando em conta o tipo de atividade do servidor (incluindo casos em que há atendimento ao público ou atuação interna).
Para ser considerado apto ao fim do estágio probatório, o servidor deverá alcançar média mínima de 80 pontos, além de cumprir uma exigência adicional que pode influenciar diretamente o resultado: a conclusão de um programa obrigatório de formação.
As notas finais serão classificadas com os seguintes conceitos:
- 96 a 100: Excepcional
- 91 a 95: Alto Desempenho
- 80 a 90: Adequado
- 51 a 79: Inadequado
- até 50: Insuficiente
Caso o servidor atinja o conceito “Excepcional”, o resultado pode constar com destaque na publicação de homologação.
Outro ponto importante é o Programa de Desenvolvimento Inicial, ofertado pela Enap, que passa a integrar formalmente as exigências do estágio probatório. A capacitação aborda temas ligados à atuação no setor público e à rotina de trabalho em órgãos de controle e integridade, como ética, políticas públicas, administração pública, integridade e competências digitais.
O servidor deverá cumprir:
- 50% do curso até o encerramento do 1º ciclo avaliativo
- 100% até o fim do 2º ciclo
- havendo justificativa, o prazo poderá ser prorrogado conforme regras internas
Depois dos ciclos avaliativos, a norma prevê uma avaliação especial, feita por uma comissão composta por cinco servidores estáveis. Essa comissão consolida os resultados e encaminha a conclusão para homologação pela autoridade competente.
Caso o servidor discorde do resultado, será possível solicitar:
- reconsideração à chefia imediata
- recurso para análise da comissão, se necessário
Em quais situações o servidor pode ser reprovado?
Além de não atingir a pontuação mínima, o servidor poderá ser reprovado caso:
- não conclua o Programa de Desenvolvimento Inicial da Enap
- tenha desempenho classificado como “Inadequado” ou “Insuficiente”
- não atenda às competências previstas para o cargo
Se ocorrer reprovação, o texto prevê medidas administrativas como exoneração ou recondução ao cargo anterior, quando houver essa possibilidade legal.
Cargos do concurso CGU
No pedido encaminhado ao governo federal, a Controladoria-Geral da União prevê a autorização de 500 vagas no próximo concurso CGU, distribuídas entre os dois cargos centrais da carreira de Finanças e Controle: 470 oportunidades para Auditor Federal de Finanças e Controle e 30 para Técnico Federal de Finanças e Controle.
O volume solicitado reforça a necessidade de recomposição da força de trabalho no órgão. Isso porque, conforme levantamento atualizado em novembro de 2025, a CGU registra 2.960 cargos vagos apenas nessas duas funções, o que evidencia o déficit de servidores e aumenta a expectativa pela publicação de um novo edital. A distribuição das vacâncias é a seguinte:
- 1.671 cargos vagos – Técnico Federal de Finanças e Controle
- 1.289 cargos vagos – Auditor Federal de Finanças e Controle
Requisitos
O cargo de Técnico Federal de Finanças e Controle exige certificado de conclusão de curso de ensino médio ou de curso técnico equivalente.
Já o cargo de Auditor Federal de Finanças e Controle exige diploma ou certificado de curso de ensino superior em qualquer área de formação, inclusive licenciatura plena.
Salários do concurso CGU
A remuneração dos cargos da Controladoria-Geral da União (CGU) segue regras definidas em lei e faz parte do plano de carreira da área de Finanças e Controle. Os valores são regulamentados pela Lei nº 14.673/2023 e passam por um reajuste que terá vigência a partir de abril de 2026.
A seguir, confira os valores previstos para os cargos de Auditor Federal de Finanças e Controle e Técnico Federal de Finanças e Controle, que são os principais do próximo concurso CGU.
Salário do Auditor da CGU
No topo do plano de carreira, o cargo de Auditor Federal de Finanças e Controle pode alcançar R$ 36.694,00, enquanto o valor inicial é de R$ 20.000,00.
| Classe | Padrão | Subsídio (a partir de 2026) |
|---|---|---|
| Especial | V | R$ 36.694,00 |
| Especial | IV | R$ 35.684,22 |
| Especial | III | R$ 34.702,24 |
| Especial | II | R$ 33.747,27 |
| Especial | I | R$ 32.818,59 |
| C | V | R$ 31.037,19 |
| C | IV | R$ 30.183,08 |
| C | III | R$ 29.352,48 |
| C | II | R$ 28.544,73 |
| C | I | R$ 27.759,21 |
| B | V | R$ 26.437,35 |
| B | IV | R$ 25.709,82 |
| B | III | R$ 25.002,32 |
| B | II | R$ 24.314,29 |
| B | I | R$ 23.645,19 |
| A | V | R$ 22.361,72 |
| A | IV | R$ 21.746,35 |
| A | III | R$ 21.147,92 |
| A | II | R$ 20.565,95 |
| A | I | R$ 20.000,00 |
Salário do Técnico da CGU
Já o cargo de Técnico Federal de Finanças e Controle apresenta remuneração inicial de R$ 8.300,00, podendo chegar ao valor máximo de R$ 16.914,70 no fim da carreira.
| Classe | Padrão | Subsídio (a partir de 2026) |
|---|---|---|
| Especial | V | R$ 16.914,70 |
| Especial | IV | R$ 16.376,10 |
| Especial | III | R$ 15.854,65 |
| Especial | II | R$ 15.349,80 |
| Especial | I | R$ 14.861,02 |
| C | V | R$ 13.929,67 |
| C | IV | R$ 13.486,12 |
| C | III | R$ 13.056,69 |
| C | II | R$ 12.640,93 |
| C | I | R$ 12.238,41 |
| B | V | R$ 11.471,42 |
| B | IV | R$ 11.106,15 |
| B | III | R$ 10.752,50 |
| B | II | R$ 10.410,12 |
| B | I | R$ 10.078,63 |
| A | V | R$ 9.447,00 |
| A | IV | R$ 9.146,18 |
| A | III | R$ 8.854,95 |
| A | II | R$ 8.572,98 |
| A | I | R$ 8.300,00 |
Além do salário inicial atrativo, a carreira na CGU permite evolução ao longo do tempo, conforme regras de desenvolvimento funcional previstas para o serviço público federal. De forma geral, existem dois movimentos principais:
- Progressão funcional: quando o servidor avança para o padrão seguinte dentro da mesma classe, de acordo com critérios e tempo de efetivo exercício.
- Promoção: quando o servidor passa do último padrão de uma classe para o primeiro padrão da classe seguinte, avançando no plano de carreira.
Atribuições
O Técnico Federal de Finanças é responsável por prestar apoio técnico e administrativo, visando ao funcionamento do órgão, registrar, consultar, extrair, organizar e consolidar dados e informações nos sistemas corporativos sob responsabilidade do órgão, auxiliar a execução de atividades de auditoria, de fiscalização, de correição, de ouvidoria, de transparência pública, de administração financeira, orçamentária, patrimonial e contábil e de elaboração da programação financeira.
Além de subsidiar a formulação de diretrizes da administração financeira, orçamentária, patrimonial, contábil, de correição e de auditoria e participar das etapas de coleta e de tratamento primário dos elementos necessários à execução, ao acompanhamento e ao processamento de dados referentes aos trabalhos contábeis, de auditoria, de programação orçamentário-financeira e de correição do setor público.
Já as atribuições do Auditor Federal de Finanças variam conforme o âmbito de atuação. Dessa forma:
- Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal: atividades de avaliação do cumprimento das metas previstas no plano plurianual, da execução dos programas de governo e dos orçamentos da União, da análise da qualidade do gasto público e da avaliação da gestão dos administradores públicos federais, utilizando como instrumentos a auditoria e a fiscalização.
- Sistema de Contabilidade Federal: atividades de registro, tratamento, controle e acompanhamento das operações patrimoniais e contábeis relativas à administração orçamentária, financeira e patrimonial da União, com vistas à elaboração de demonstrações contábeis do setor público nacional.
- Sistema de Administração Financeira Federal: atividades de programação financeira da União, da administração de direitos e haveres, de garantias e de obrigações de responsabilidade do Tesouro Nacional, da orientação técnico-normativa referente à execução orçamentária e financeira e do monitoramento das finanças dos entes federativos.
- Sistema de Correição do Poder Executivo Federal: atividades relacionadas à prevenção e à apuração de irregularidades na esfera do Poder Executivo Federal.
O que estudar para a prova?
Confira o que estudar para o certame, com base no conteúdo programático do último edital:
Conhecimentos Básicos
- Língua Portuguesa
- Interpretação de texto.
- Compreensão de texto.
- As características básicas da textualidade.
- As estruturas linguísticas no processo de construção de mensagens adequadas, com destaque para as várias classes de palavras.
- A pragmática na linguagem.
- A semântica vocabular.
- Os modos de organização discursiva
- A organização das frases nas situações comunicativas.
- A linguagem lógica e a figurada.
- Os diversos níveis de linguagem.
- Os tipos de discurso.
- As funções da linguagem.
- Língua Inglesa
- Estratégias de leitura em língua inglesa: compreensão geral de texto; reconhecimento de informações específicas; capacidade de análise e síntese; inferência e predição; reconhecimento de organização semântica e discursiva; uso de palavras mais frequentes, sinonímia e antonímia; funções retóricas; percepção de metáfora e metonímia.
- Aspectos sintático-gramaticais relevantes à compreensão de texto: artigos definidos e indefinidos; tempos e modos verbais; uso de preposições, conjunções, pronomes e modais; concordância nominal e verbal; formação e classe de palavras; expressões idiomáticas; relações de subordinação e coordenação; voz passiva, discurso direto e indireto.
- Administração Pública e Políticas Públicas
- Políticas públicas.
- Processos participativos de gestão pública: conselhos de gestão, orçamento participativo, parceria entre governo e sociedade.
- Governo Digital (Decreto nº 10.332/2020 – Institui a Estratégia de Governo Digital para o período de 2020 a 2022, no âmbito dos órgãos e das entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional).
- Planejamento nas organizações públicas.
- Gestão por resultados na produção de serviços públicos.
- Princípios de governabilidade e governança.
- Corrupção e políticas públicas: fatores que influenciam a incidência de corrupção e fatores que promovem a qualidade das políticas públicas.
- Papel das instituições nas políticas públicas.
- Indicadores de políticas públicas.
Conhecimentos Específicos
- Direito Constitucional
- Direito Administrativo
- Administração Financeira e Orçamentária
- Fundamentos de Auditoria Governamental
- Controladoria-Geral da União: Organização, Competências e Sistemas Estruturantes
Materiais preparatórios CGU
Não deixe seus estudos para última hora! Comece a se preparar agora mesmo para o certame que está por vir!
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Apostila CGU – Técnico Federal de Finanças e Controle (TFFC)
A Apostila CGU – Técnico Federal de Finanças e Controle (TFFC) apresenta conteúdo atualizado, de acordo com os itens mais relevantes do último edital. Nela, você encontrará teoria e exercícios, seção “Hora de Praticar” ao final de cada matéria, com questões gabaritadas da banca FGV, organizadora do último certame, conteúdo de Noções de Direito Administrativo disponível para download.
Curso Online CGU – Técnico de Finanças e Controle
O Curso CGU – Técnico de Finanças e Controle está de acordo com o último edital e completo com as mais recentes atualizações.
As aulas encontram-se organizadas por disciplina e assuntos, seguindo a mesma ordem do edital, visando uma preparação eficiente ao candidato.
Motivos para estudar com esse curso online:
- Professores especializados e com ampla experiência em concursos públicos;
- Trilha de aulas na mesma ordem do edital, facilitando a organização dos seus estudos;
- 100% online para você assistir de onde quiser (com acesso à internet), seja pelo computador, tablet ou smartphone;
- Acesso ilimitado. Assista quantas vezes quiser pelo período de 365 dias;
- Videoaulas com altíssimo padrão de gravação.
Como foi o último edital?
O último concurso CGU aconteceu em 2021, para o provimento de 375 vagas, sendo 75 vagas para o cargo de Técnico Federal de Finanças e Controle (TFFC) e 300 vagas para o cargo de Auditor Federal de Finanças e Controle (AFFC).
As oportunidades de Auditor foram distribuídas entre as especialidades de Auditoria e Fiscalização, Tecnologia da Informação, Contabilidade Pública e Finanças e Correição e Combate à Corrupção.
Na época, os profissionais receberam salários iniciais de R$7.283,21 para Técnico e R$19.197,06 para Auditor, além de benefícios, como: auxílio-alimentação, adicional de qualificação, adicional de cursos de capacitação e auxílio-creche para os colaboradores com filhos.
A lotação dos servidores aconteceu em todas as regiões do Brasil, nos seguintes estados:
- Nordeste: Recife/PE
- Sul: Porto Alegre/RS
- Sudeste: São Paulo/SP
- Centro-Oeste: Brasília/DF
- Norte: Rio Branco/AC, Manaus/AM, Macapá/AP, Belém/PA, Porto Velho/RO, Boa Vista/RR e Palmas/TO.
Provas e etapas de seleção
A seleção dos candidatos ocorreu por meio de quatro etapas: prova objetiva, prova discursiva, perícia médica e heteroidentificação.
A prova objetiva para o cargo de Técnico Federal de Finanças e Controle consistiu em 80 questões, valendo 1 ponto cada questão, totalizando 80 pontos, sendo 30 de conhecimentos básicos e 50 de conhecimentos específicos.
As questões tiveram cinco alternativas cada, sendo apenas uma resposta considerada correta. Os candidatos tiveram que demonstrar conhecimentos sobre língua portuguesa, língua inglesa, raciocínio-lógico quantitativo, noções de tecnologia da informação, noções de direito constitucional e administrativo, noções de administração financeira, orçamentária e geral, além de conhecimentos sobre a organização, competências e sistemas estruturantes da controladoria-geral da união.
Já a prova objetiva para o cargo de Auditor Federal de Finanças e Controle consistiu em 110 questões, valendo 1 ponto cada questão, totalizando 110 pontos.
Os profissionais tiveram que demonstrar conhecimentos sobre língua portuguesa, língua inglesa, administração pública e políticas públicas, direito constitucional, direito administrativo, administração financeira e orçamentária, fundamentos de auditoria governamental, além de conhecimentos sobre a organização, competências e sistemas estruturantes da controladoria-geral da união.
Quanto a prova discursiva, consistiu em uma redação de até 30 linhas sobre algum tema da atualidade, totalizando 30 pontos, para o cargo de Técnico.
Já para o cargo de Auditor, a prova discursiva consistiu em uma dissertação, de até 90 linhas, totalizando 50 pontos, além de uma questão, de até 15 linhas, valendo 20 pontos.