Concurso Ministério da Economia: Banca contratada; edital iminente!

Extrato de contrato com banca é divulgado e edital do concurso Ministério da Economia pode ser publicado nos próximos dias. o Instituto de Desenvolvimento Institucional Brasileiro (Idib) foi definido como organizador. Novo concurso do Ministério da Economia O edital do certame do Ministério da Economia, que contará com 100 vagas temp...

Status do concurso: Previsto
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Extrato de contrato com banca é divulgado e edital do concurso Ministério da Economia pode ser publicado nos próximos dias.

o Instituto de Desenvolvimento Institucional Brasileiro (Idib) foi definido como organizador.

Novo concurso do Ministério da Economia

edital  do certame do Ministério da Economia, que contará com 100 vagas temporárias, deve ser publicado nos próximos dias. Isso porque, nesta quarta-feira, 13, foi divulgado o extrato de contrato entre a pasta e banca organizadora.

Esse costuma ser o último processo antes da publicação de um edital  . No dia 31 de dezembro, o Instituto de Desenvolvimento Institucional Brasileiro (Idib) foi definido como organizador.

Serão ofertadas 100 vagas para os cargos de Analista, Agente e Coordenador, que possuem salários de R$ 3.800,00 para Analista e R$ 6.130,00 para as demais funções.

  • Coordenador de Análise de Prestação de Contas – 04
  • Agente de Apoio de Prestação de Contas – 08
  • Analista de Prestação de Contas – 48
  • Analista de Instauração de Tomada de Contas Especial – 40

Pela portaria autorizativa, divulgada em outubro de 2020, a seleção  deve ser aberta até abril de 2021. Como os últimos concursos para a pasta saíram antes dos prazos estipulados, é provável que o edital  seja publicado ainda neste primeiro trimestre.De acordo com o documento, o Instituto ficará responsável por organizar e realizar o processo seletivo para a contratação, por tempo determinado, de 100 profissionais de níveis médio e superior.

Sobre o Ministério da Economia

O Ministério da Economia (ME) é o órgão que, na estrutura administrativa do Brasil, cuida da formulação e execução da política econômica nacional, da administração financeira da União, por meio de sua Secretaria do Tesouro Nacional, Secretaria da Fazenda, Secretaria de Planejamento, Secretaria de Previdência e Receita Federal, Secretaria de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Secretaria de Desestatização e Desmobilização, Secretaria de Competitividade e Produtividade e Administração Superior da Estrutura Fiscal Federal, por meio de sua Secretaria da Receita Federal. Sua autoridade superior é o ministro de Estado da Economia.

Passou a se chamar Ministério da Economia (ME) a partir de 1 de janeiro de 2019 através de decreto do presidente da República Jair Bolsonaro, através da Medida Provisória 870/2019, posteriormente convertida na lei 13844/2019. Com ele, o MF, o MP, o MDIC e o MT foram transformados no ME e suas funções foram por ele absorvidas.

Antes do atual Ministério da Economia a pasta teve outros oito nomes. Tem origem na situação criada pela chegada da Corte de Lisboa ao Brasil em 1808 com a transformação da colônia em sede da metrópole, exigindo uma nova organização local das finanças públicas. Ciente dessa necessidade, o príncipe regente, Dom João, por meio do Alvará de 28 de junho de 1808, criou o Erário Régio e o Conselho de Fazenda, com a finalidade de centralizar todos os negócios pertencentes à arrecadação, distribuição e administração da Real Fazenda. Implantado por Dom Fernando José de Portugal, o Erário Régio operou inicialmente nos moldes do Real Erário de Lisboa e transferiu temporariamente o poder decisório sobre as finanças da Coroa para o Brasil. Apesar de constituir, durante o período colonial, um aparelho simplificado de administração, representou o primeiro núcleo central de estruturação fazendária, o qual deu origem ao atual Ministério da Fazenda.

A denominação “Ministério da Fazenda” só foi oficialmente adotada em 1891, durante o Governo de Deodoro da Fonseca, com a implantação da República. A esse respeito, cabe assinalar que o nome “Fazenda” entrou em uso no Brasil para designar os haveres, bens e produtos de crédito e contribuição, assim como a renda da nação. Como estes recursos eram providos principalmente das sesmarias, terras destinadas à produção, o termo tomou, então, o significado de finanças. Ruy Barbosa, o primeiro titular da Pasta no período da República, foi responsável por uma reforma monetária e bancária, com a intenção de deslocar o eixo da economia brasileira da agricultura para a indústria, abandonando o lastro-ouro e fomentando a organização de empresas pelo sistema bancário.

Em 30 de outubro de 2018 foi anunciado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para o Ministério da Economia, a ser criado com a fusão dos ministérios da Fazenda, do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. O que ocorreu a partir de 1 de janeiro de 2019 através da Medida Provisória 870/2019, sendo assim suas funções por ele absorvidas.

Último concurso

O próximo edital,  com 100 vagas, será o terceiro a ser publicado pelo Ministério da Economia. Antes dele, em outubro de 2020, a pasta ofertou 39 oportunidades temporárias.

As vagas foram de nível superior, nas áreas de Direito (37 vagas) e Arquivologia (duas). Nos dois casos, além da graduação, os candidatos deveriam ter experiência profissional superior a três anos ou título de pós-graduação, mestrado ou doutorado.

processo seletivo  tem o Cebraspe como organizador. Os vencimentos são de R$ 6.130,00 para jornada de 40 horas. Os aprovados irão atuar até 1º de dezembro de 2022quando o prazo de validade do contrato terminará.

Antes desse concurso  , o Ministério da Economia divulgou o seu primeiro edital  , em agosto do ano passado. Na época, foram ofertadas 350 vagas temporárias, nos seguintes cargos:

  • especialista em gestão de projetos (50 vagas);
  • especialista em infraestrutura de Tecnologia da Informação-TI (50);
  • especialista em ciência de dados (50);
  • especialista em segurança da informação e proteção de dados (50);
  • especialista em análise de processos de negócios (50);
  • especialista em experiência do usuário (50); e
  • especialista em desenvolvimento de software (50).

Para concorrer, era necessário ter nível superior em Informática, Computação ou graduação em qualquer área de formação, além de pós-graduação em Informática ou Computação e experiência profissional superior a cinco anos ou título de mestrado ou doutorado na área.

certame  também foi organizado pelo Cebraspe. O prazo de duração dos contratos será de, no máximo, quatro anos.

Já os profissionais aprovados e contratados terão uma remuneração de R$ 8.300 para jornada de 40 horas.

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