Concurso Ministério da Economia: EDITAL PUBLICADO com 350 vagas; salário de R$ 8,3 mil!

O edital do novo concurso Ministério da Economia, passou pela primeira retificação. O anúncio foi divulgado no dia 24 de agosto, por meio do site da banca organizadora, Cebraspe. Mediante a mudança, ficam alterados os requisitos para o cargo de Especialista em Experiência do Usuário (UX). Agora, é exigido o nível superior em qualquer á...

Status do concurso: Aberto

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Número de vagas 350
Salário R$ 8.300,00
Data de inscrição 21/08/2020 a 02/09/2020
Escolaridade Nível Superior
Estado Nacional
Organizadora Cespe/UnB (Cebraspe)
Valor da inscrição R$ 60,00
Data da prova 11/10/2020
Edital Arquivos

O edital do novo concurso Ministério da Economia, passou pela primeira retificação. O anúncio foi divulgado no dia 24 de agosto, por meio do site da banca organizadora, Cebraspe.

Mediante a mudança, ficam alterados os requisitos para o cargo de Especialista em Experiência do Usuário (UX). Agora, é exigido o nível superior em qualquer área.

Além disso, também é necessário ter mais de cinco anos de experiência profissional como Especialista em UX, ou então, o título de mestrado ou de doutorado na área.

De acordo com a portaria divulgada no Diário Oficial da União, no dia 15 de setembro, foi formada a comissão organizadora do segundo concurso Ministério da Economia. Inicialmente, a equipe terá 90 dias para concluir os procedimentos da seleção, que irá ofertar 39 vagas temporárias.

As oportunidades serão destinadas para atividades técnicas de complexidade intelectual, de nível superior, nas áreas de Direito (37 vagas) e Arquivologia (02 vagas).

Como fazer inscrição no concurso Ministério da Economia?

As inscrições estão abertas das 10 horas do dia 21 de agosto até às 18 horas do dia 02 de setembro de 2020.

Para se inscrever, o candidato deverá acessar o site da banca organizadora, Cebraspe .

A taxa de inscrição tem o valor fixo de R$ 60,00.

O pagamento da taxa de inscrição deverá ser efetuado até o dia 18 de setembro de 2020.

Vagas e salários do concurso Ministério da Economia

O certame oferta 350 vagas de caráter imediato, para atividades técnicas de complexidade gerencial, com exigência do nível superior de formação. As oportunidades são para os seguintes cargos:

Nível Superior: Especialista em Gestão de Projetos (50 vagas), Especialista em Infraestrutura de Tecnologia da Informação-TI (50 vagas), Especialista em Ciência de Dados (50 vagas), Especialista em Segurança da Informação e Proteção de Dados (50 vagas), Especialista em Análise de Processos de Negócios (50 vagas), Especialista em Experiência do Usuário (50 vagas), Especialista em Desenvolvimento de Software (50 vagas).

Os candidatos aprovados terão salários iniciais no valor de R$ 8.300,00, com jornadas de trabalho de 40 horas semanais.

Como será a prova do concurso Ministério da Economia?

A avaliação dos candidatos será por meio de uma prova objetiva (para todos os cargos), aplicada na data provável de 11 de outubro de 2020, no período da tarde, com duração de 03h30min.

Os locais e horários da prova serão informados no site da banca organizadora, Cebraspe, a partir do dia 30 de setembro de 2020.

As provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, valerão 120,00 pontos. A nota em cada item das provas objetivas, feita com base nas marcações da folha de respostas, será igual a: 1,00 ponto, caso a resposta do candidato esteja em concordância com o gabarito oficial definitivo das provas; 1,00 ponto negativo, caso a resposta do candidato esteja em discordância com o gabarito oficial definitivo das provas; 0,00, caso não haja marcação ou haja marcação dupla (C e E).

Cada prova objetiva será constituída de itens para julgamento, agrupados por comandos que deverão ser respeitados. O julgamento de cada item será CERTO ou ERRADO, de acordo com o comando a que se refere o item. Haverá, na folha de respostas, para cada item, dois campos de marcação: o campo designado com o código C, que deverá ser preenchido pelo candidato caso julgue o item CERTO, e o campo designado com o código E, que deverá ser preenchido pelo candidato caso julgue o item ERRADO.

Será reprovado nas provas objetivas e eliminado do processo seletivo, o candidato que se enquadrar em pelo menos um dos itens a seguir:

a) obtiver nota inferior a 10,00 pontos na prova objetiva de Conhecimentos gerais P1;

b) obtiver nota inferior a 21,00 pontos na prova objetiva de Conhecimentos específicos P2;

c) obtiver nota inferior a 36,00 pontos no conjunto das provas objetivas.

Ocorrerá ainda uma prova de títulos como critério de avaliação dos candidatos.

O conteúdo programático da prova irá constar as seguintes disciplinas:

Conhecimentos Gerais (50 questões)

– Língua Portuguesa;

– Língua Inglesa;

– Raciocínio Lógico.

Conhecimentos Específicos (70 questões)

– De acordo com o cargo pretendido.

O prazo de validade do concurso público é de 02 (dois) anos, contados a partir da data de publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período.

Requisitos necessários para investidura nos cargos do concurso Ministério da Economia

– Ser aprovado no processo seletivo;

– Ter a nacionalidade brasileira ou portuguesa e, no caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo Estatuto de Igualdade entre Brasileiros e Portugueses, com reconhecimento do gozo dos direitos políticos, nos termos do § 1º do art. 12 da Constituição Federal;

– Estar em gozo dos direitos políticos;

– Estar quite com as obrigações militares, em caso de candidato do sexo masculino;

– Estar quite com as obrigações eleitorais;

– Possuir os requisitos exigidos para o perfil profissional;

– O tempo de experiência profissional deverá ser comprovado mediante uma das seguintes opções:

a) cópia da Carteira de Trabalho e Previdência Social, acrescida de declaração do empregador que informe o período (com início e fim, se for o caso) e a espécie do serviço realizado, com a descrição das atividades desenvolvidas, quando realizado na área privada;

b) certidão de tempo de serviço que informe o período (com início e fim, se for o caso) e a espécie do serviço realizado, com a descrição das atividades desenvolvidas, quando se tratar de esfera pública;

c) contrato de prestação de serviços ou Recibo de Pagamento de Autônomo (RPA), acrescido de declaração do empregador que informe o período (com início e fim, se for o caso) e a espécie do serviço realizado, no caso de serviço prestado como autônomo;

– Não serão computados como experiência profissional o tempo de estágio, monitoria ou bolsa de estudo, ou qualquer período anterior à conclusão da graduação;

– Ter idade mínima de 18 anos completos na data da contratação;

– Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do perfil profissional;

– Não ter sido contratado com fundamento na Lei nº 8.745/1993, e suas alterações, nos últimos 24 meses;

– Não ser servidor da administração direta ou indireta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, nem empregado ou servidor de suas subsidiárias e controladas;

– Não participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário, nos termos do inciso X, do art. 117, da Lei nº 8.112/1990, com nova redação dada pela Lei nº 11.784/2008;

– O candidato deverá declarar, na solicitação de inscrição, que tem ciência e aceita que, caso aprovado, deverá entregar os documentos comprobatórios dos requisitos exigidos para o perfil profissional por ocasião da contratação;

– Cumprir as determinações do edital.

Sobre o Ministério da Economia

O Ministério da Economia (ME) é o órgão que, na estrutura administrativa do Brasil, cuida da formulação e execução da política econômica nacional, da administração financeira da União, por meio de sua Secretaria do Tesouro Nacional, Secretaria da Fazenda, Secretaria de Planejamento, Secretaria de Previdência e Receita Federal, Secretaria de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Secretaria de Desestatização e Desmobilização, Secretaria de Competitividade e Produtividade e Administração Superior da Estrutura Fiscal Federal, por meio de sua Secretaria da Receita Federal. Sua autoridade superior é o ministro de Estado da Economia.

Passou a se chamar Ministério da Economia (ME) a partir de 1 de janeiro de 2019 através de decreto do presidente da República Jair Bolsonaro, através da Medida Provisória 870/2019, posteriormente convertida na lei 13844/2019. Com ele, o MF, o MP, o MDIC e o MT foram transformados no ME e suas funções foram por ele absorvidas.

Antes do atual Ministério da Economia a pasta teve outros oito nomes. Tem origem na situação criada pela chegada da Corte de Lisboa ao Brasil em 1808 com a transformação da colônia em sede da metrópole, exigindo uma nova organização local das finanças públicas. Ciente dessa necessidade, o príncipe regente, Dom João, por meio do Alvará de 28 de junho de 1808, criou o Erário Régio e o Conselho de Fazenda, com a finalidade de centralizar todos os negócios pertencentes à arrecadação, distribuição e administração da Real Fazenda. Implantado por Dom Fernando José de Portugal, o Erário Régio operou inicialmente nos moldes do Real Erário de Lisboa e transferiu temporariamente o poder decisório sobre as finanças da Coroa para o Brasil. Apesar de constituir, durante o período colonial, um aparelho simplificado de administração, representou o primeiro núcleo central de estruturação fazendária, o qual deu origem ao atual Ministério da Fazenda.

A denominação “Ministério da Fazenda” só foi oficialmente adotada em 1891, durante o Governo de Deodoro da Fonseca, com a implantação da República. A esse respeito, cabe assinalar que o nome “Fazenda” entrou em uso no Brasil para designar os haveres, bens e produtos de crédito e contribuição, assim como a renda da nação. Como estes recursos eram providos principalmente das sesmarias, terras destinadas à produção, o termo tomou, então, o significado de finanças. Ruy Barbosa, o primeiro titular da Pasta no período da República, foi responsável por uma reforma monetária e bancária, com a intenção de deslocar o eixo da economia brasileira da agricultura para a indústria, abandonando o lastro-ouro e fomentando a organização de empresas pelo sistema bancário.

Em 30 de outubro de 2018 foi anunciado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para o Ministério da Economia, a ser criado com a fusão dos ministérios da Fazenda, do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. O que ocorreu a partir de 1 de janeiro de 2019 através da Medida Provisória 870/2019, sendo assim suas funções por ele absorvidas.

Histórico de Notícias

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13/07/2020

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10/07/2020

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