Concurso PC AL: Governador diz que edital com 300 vagas será publicado em janeiro de 2021!

Com a promessa de realização desde o ano de 2018, o concurso PC AL finalmente vai ser publicado no mês de janeiro de 2021. Essa foi a promessa do governador de Alagoas, Renan Filho, a alguns seguidores das suas redes sociais. Mediante a promessa do governador, será confirmado oportunamente se o certame terá edital publicado em janeiro ...

Status do concurso: Previsto

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Com a promessa de realização desde o ano de 2018, o concurso PC AL finalmente vai ser publicado no mês de janeiro de 2021. Essa foi a promessa do governador de Alagoas, Renan Filho, a alguns seguidores das suas redes sociais.

Mediante a promessa do governador, será confirmado oportunamente se o certame terá edital publicado em janeiro ou se as provas serão aplicadas no início do ano que vem. Vale ressaltar, que o concurso PC AL foi autorizado no dia 03 de abril de 2018 e tinha intenção de tornar público o edital até o segundo semestre de 2019.

A comissão que tem a responsabilidade pelos preparativos que levará até o edital já está formada, e os próximos passos será a definição da banca organizadora e divulgação do edital de abertura da seleção .

Vagas do concurso PC AL

O novo concurso PC AL irá ofertar 300 vagas de caráter imediato, sendo divididas entre os cargos de Delegado, Agente e Escrivão, com a seguinte distribuição:

  • Delegado: 20 vagas;
  • Agente: 200 vagas;
  • Escrivão: 80 vagas.

No ano de 2018, o governador Renan Filho, sancionou a Lei que reajustou os salários das carreiras de Agente e Escrivão da Polícia Civil de Alagoas. Dessa maneira, a remuneração foi fixada no valor de R$ 3.800,00, podendo chegar ao valor de até R$ 10.763,58, a depender do tempo de serviço e de cursos de formação.

Já o ganho do cargo de Delegado, no ano de 2012, estava no valor de R$ 12.593,22, iniciais.

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Requisitos e atribuições dos cargos

Agente de Polícia

Requisito: Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de nível superior, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), acrescido de Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Atribuições: Executar investigações e operações policiais na prevenção e na repressão a ilícitos penais, bem como desempenhar outras atividades de interesse do Órgão, conforme previsto nas leis que regem as carreiras da Polícia Civil do Estado de Alagoas.

Delegado de Polícia

Requisito: Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Direito, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC.

Atribuições: Executar atividades de direção, de supervisão, de coordenação, de planejamento, de orientação, de execução e de controle da administração da polícia judiciária, bem como das investigações e operações policiais, além de instaurar e presidir procedimentos policiais, conforme previsto nas leis que regem as carreiras da Polícia Civil do Estado de Alagoas.

Escrivão de Polícia

Requisito: Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de nível superior, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC.

Atribuições: Dar cumprimento às formalidades processuais; lavrar termos, autos e mandados, observando os prazos necessários ao preparo, à ultimação e à remessa de procedimentos policiais de investigação, bem como desempenhar outras atividades de interesse do Órgão, conforme previsto nas leis que regem as carreiras da Polícia Civil do Estado de Alagoas.

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Requisitos básicos para investidura nos cargos

– Ser aprovado no concurso público;

– Ter nacionalidade brasileira ou portuguesa e, no caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento do gozo dos direitos políticos, nos termos do § 1º do artigo 12 da Constituição Federal;

– Estar em dia com as obrigações eleitorais e, em caso de candidato do sexo masculino, também com as militares;

– Possuir os requisitos exigidos para o exercício do cargo;

– Ter idade mínima de dezoito anos completos na data da posse;

– Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo;

– Cumprir as determinações deste edital;

– Possuir carteira de identidade civil;

– Para o cargo de Agente de Polícia o candidato deve possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), categoria “B”, no mínimo;

– O candidato deverá declarar, na solicitação de inscrição, que tem ciência e aceita que, caso aprovado, deverá entregar os documentos comprobatórios dos requisitos exigidos para o cargo por ocasião da posse.

Sobre a PC AL

A história da Polícia Civil brasileira remonta às transformações administrativas e sociais acontecidas, a partir de 1808, com a chegada da família real portuguesa ao Brasil, cujas ações trouxeram consequências decisivas ao desenvolvimento da polícia judiciária no Brasil, seus quadros e carreiras. Apesar do Alvará do EI Rei de 25.06.1760 ter criado a Intendência Geral de Polícia da Corte do Reino de Portugal, a Polícia Civil somente passou a existir no Brasil a partir de 1808, com a vinda da família real portuguesa, que fugia do exército de Napoleão Bonaparte, num momento que ainda éramos era Colônia de Portugal.

Em Alagoas, a história da Polícia Civil tem início no começo do século passado, no ano de 1912, quando o então governador Clodoaldo da Fonseca decide reorganizar as forças policiais do Estado, e cria a Guarda Civil, para junto com a Polícia Militar, formarem a Força Pública do Estado de Alagoas.

As atribuições do órgão eram cuidar do trânsito, prestar segurança ao Palácio do Governo, Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas, Tribunal de Justiça e Câmara de Vereadores, além de trabalhar nas delegacias desenvolvendo atividades policiais.

Essa estrutura, com pequenas modificações, permanece até 1970, quando a Guarda é extinta. Surge então, a ideia de criação da Polícia Civil.

Em 25 de junho de 1975, o então governador Divaldo Suruagy sanciona a Lei nº 3.437, com o aval da Assembleia Legislativa, instituindo os cargos da estrutura da Polícia Civil do Estado de Alagoas.

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No ano de 1982 é criada a Escola de Polícia Civil de Alagoas (EPOCA), depois transformada em Academia de Polícia de Alagoas (APOCAL), com a finalidade de formar, qualificar e aprimorar os Policiais Civis.

Já em 1987, institui-se a carreira de Delegado de Polícia. A estrutura também é ampliada com a criação do Departamento Central de Polícia Civil (DECEPOC); Departamento de Polícia da Capital (DEPOC); Departamento de Polícia do Interior (DEPIN); Departamento de Informações e Estatísticas (DETEINE); Departamento de Administração Policial (DEAP), além do aumento do número de delegacias distritais e especializadas.

A Polícia Civil de Alagoas desde o seu nascimento teve vários momentos de glória, de dificuldades e muito esforço na luta contra a violência. Sua criação foi um dos primeiros passos para a consolidação de uma instituição que tem, entre as inúmeras atribuições, a missão de auxiliar o Ministério Público Estadual e o Poder Judiciário alagoano a levar adiante seu papel de distribuir a boa justiça entre todos.

Durante sua trajetória, a Polícia Civil contou com muitos integrantes que deram a própria vida para cumprir o dever de oferecer segurança e paz aos alagoanos, mesmo assim, os demais permanecem firmes no combate diário aos crimes e aos criminosos.

Último concurso

O último concurso PC AL teve seu edital publicado no ano de 2012, na ocasião foram ofertadas 400 vagas, sendo 40 vagas para o cargo de Delegado, 120 vagas para Escrivão e 240 vagas para o cargo de Agente de Polícia.

A banca organizadora responsável pela execução do concurso foi o CEBRASPE (Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos).

A avaliação dos candidatos foi por meio de 2 (duas) etapas, sendo:

1ª etapa

– Prova Objetiva – Conhecimentos Básicos (eliminatório e classificatório);

– Prova Objetiva – Conhecimentos Específicos (eliminatório e classificatório);

– Prova Discursiva (eliminatório e classificatório);

– Prova de Capacidade Física (eliminatório);

– Avaliação Psicológica (eliminatório);

– Avaliação de Títulos, somente para o cargo de Delegado (eliminatório);

– Prova Prática de Digitação, somente para o cargo de Escrivão (eliminatório);

– Investigação Social (eliminatório);

– Exame Médico (eliminatório).

2ª etapa

– Curso de Formação (eliminatório e classificatório).

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A prova objetiva e prova discursiva para o cargo de Delegado, tiveram duração de 5 horas. Já para os cargos de Escrivão e Agente de Polícia, o tempo total foi de 4 horas e 30 minutos.

A prova objetiva foi composta Conhecimentos Básicos para todos os cargos, englobando as disciplinas de Língua Portuguesa e Noções de Informática.

Já os Conhecimentos Específicos foram cobrados da seguinte maneira:

Delegado

Conhecimentos Específicos (70 questões)

– Direito Constitucional;

– Direito Administrativo;

– Direito Penal;

– Direito Processual Penal;

– Direito Civil;

– Legislação Complementar;

– Medicina Legal.

Escrivão e Agente de Polícia

Conhecimentos Específicos (70 questões)

– Noções de Direito Constitucional;

– Noções de Direito Administrativo;

– Noções de Direito Penal;

– Noções de Direito Processual Penal;

– Legislação Complementar;

– Medicina Legal.

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Os testes físicos foram compostos pelas seguintes etapas:

– Teste Dinâmico de barra fixa (somente para os candidatos do sexo masculino): mínimo de 3 repetições;

– Teste Estático de barra (somente para as candidatas do sexo feminino): suspensão mínima de 10 segundos;

– Teste de flexão abdominal – repetição mínima de:

36 repetições (sexo masculino);

27 repetições (sexo feminino).

– Teste de corrida de 12 minutos – distância mínima a ser percorrida:

2.400 metros (sexo masculino);

1.800 metros (sexo feminino).

Foram registrados no total, 18.879 candidatos inscritos, sendo que o cargo com maior procura foi o de Delegado, com 8.651 inscritos.

Delegado: 8.651 inscritos (aproximadamente 216 candidatos por vaga);

Escrivão: 2.312 (aproximadamente 19 candidatos por vaga);

Agente: 7.916 inscritos (aproximadamente 33 candidatos por vaga).

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