Concurso TRF3: Certame terá oferta para Técnicos e Analistas!

Atenção concurseiros que aguardam o novo concurso público do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF 3), que compreende os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul! A assessoria de comunicação do TRF3 confirmou que há autorização de um pedido feito pelo Conselho da Justiça Federal (CJF) ao Ministério da Fazenda para preenchimento ...

Status do concurso: Previsto

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Concurso TRF3: FCC é escolhida como banca organizadora do certame!

O concurso TRF3 que compreende os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, já tem banca organizadora definida, sendo a FCC.

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01/08/2019

Concurso TRF3: Cresce o número de cargos vagos no órgão!

O TRF3, que compreende os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, tem um alto número de cargos vagos, é urgente a realização de um novo concurso.

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Atenção concurseiros que aguardam o novo concurso público do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF 3), que compreende os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul!

A assessoria de comunicação do TRF3 confirmou que há autorização de um pedido feito pelo Conselho da Justiça Federal (CJF) ao Ministério da Fazenda para preenchimento de 69 vagas oriundas de aposentadorias.

As vaga são para magistrados e servidores do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) e das Seções Judiciárias de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Comissão organizadora será formada no concurso TRF3

Após autorização e confirmação dos cargos, o próximo passo do concurso TRF3 será formar a comissão organizadora do certame. O grupo irá avaliar as condições orçamentárias e deve agilizar os preparativos para a divulgação do edital.

Concluído essa etapa, a próxima será a contratação da banca organizadora e a realização do concurso. A comissão terá a responsabilidade de definir a modalidade e receber as propostas das organizadoras interessadas, bem como avaliar a que mais se encaixa de acordo com os requisitos presentes no projeto básico.

Nova-TRF3

O projeto básico contará com todas as regras e será enviado para as bancas interessadas. O documento irá trazer detalhes sobre cargos, taxas de inscrição, etapas do concurso, entre outros. A organizadora escolhida ficará responsável por receber as inscrições e aplicar as etapas da seleção.

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região, compreende os estados de São Paulo e no Mato Grosso do Sul. O órgão vem trabalhando para publicar o edital ainda neste semestre.

Cargos no concurso TRF3

O concurso TRF3 já tem cargos e especialidades definidas. A informação foi confirmada oficialmente pela Assessoria de Comunicação Social do Tribunal, que ainda informou a previsão de oferta de vagas.

Foi detalhado para qual seção judiciária será ofertada cada oportunidade, sendo:

♦ Técnico Judiciário/Administrativa: TRF3, seções de judiciárias de São Paulo e do Mato Grosso do Sul;

♦ Técnico Judiciário/Apoio Especializado – Informática: TRF3;

♦ Analista Judiciário/Judiciária: TRF3 e seção de São Paulo;

♦ Analista Judiciário/Apoio Especializado – Informática: TRF3.

É previsto que o órgão ofereça uma vaga de caráter imediato para cada cargo. Isso porque as autorizações para provimentos têm sido reduzidas. Porém, existe ainda a previsão de preencher mais vagas mediante a formação de cadastro reserva.

O cadastro reserva deverá ser composto por todos os candidatos que tiverem as provas discursivas corrigidas. Eles poderão ser convocados durante todo o prazo de validade do certame, que deverá ser de dois anos prorrogável por mais dois.

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O tribunal já tinha confirmado que o concurso seria destinado ao preenchimento de vagas de Técnico Judiciário (nível médio), Técnico Judiciário/Informática e Analista. Através do novo anúncio, a novidade é a confirmação das especialidades do Analista e do Técnico da área Administrativa.

Para o cargo de Analista, é necessário que o candidato interessado tenha nível superior completo, enquanto para o cargo de Técnico Judiciário é exigido apenas o nível médio de formação. Quanto ao cargo de Técnico de Informática, será preciso curso técnico na respectiva área. Já para Analista da área Judiciária, a exigência será superior em Direito e o de Informática, na respectiva área.

Um dos atrativos no concurso TRF3 será os ótimos salários. De acordo com dados do Portal da Transparência do tribunal, em início de carreira, o servidor poderá receber até R$ 13.000,00, fazendo jus ainda a benefícios, como auxílio-alimentação de R$ 910,00. Confira os cargos e os valores:

Déficit de cargos no TRF3

De acordo com um levantamento feito pela Secretaria de Gestão de Pessoas do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, foi constatado que o órgão tem 462 cargos vagos. São 17 cargos na Seção Judiciária do Mato Grosso do Sul, 300 cargos na Seção de São Paulo e mais 145 cargos na unidade do TRF3.

No ano passado, o órgão iniciou estudos preparatórios para a realização de um novo concurso. Na ocasião, foram realizados levantamentos sobre a necessidade de preenchimento de cargos nos órgãos. Vale ressaltar, que a LOA de 2019 prevê a contratação de 300 servidores e criação de 625 cargos.

No ano de 2016, o órgão ofertou 33 vagas para níveis médio e superior, mas o concurso de 2013 foi o último a ofertar vagas para os cargos de Analista Judiciário (AJAJ) e Técnico Judiciário (TJAA).

A realização de um novo concurso para o Tribunal Regional Federal da 3ª Região, foi tema de uma reunião entre a presidência do Tribunal, Therezinha Cazerta, e o Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal. Dentre muitas pautas discutidas, uma delas foi a necessidade de realização de concursos públicos para o próprio TRF 3, com a qual a presidente concordou.

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Salários e benefícios do concurso TRF3

O salário dos servidores do TRF 3 é composto pela soma do vencimento básico mais a Gratificação de Atividade Judiciária de 108% (GAJ). Outras remunerações podem ser adicionadas ao vencimento, aumentando ainda mais o valor real.

Analista Judiciário (vencimento básico + GAJ)

Inicial: R$ 12.455,30;

Final: R$ 18.701,52.

Técnico Judiciário (vencimento básico + GAJ)

Inicial: R$ 7.591,37;

Final: R$ 11.398,39.

Auxiliar Judiciário (vencimento básico + GAJ)

Inicial: R$ 3.890,69;

Final: R$ 6.750,56.

Além do salário, os servidores também têm direito aos seguintes benefícios:

Auxílio-Alimentação: R$ 910,08;

Assistência Pré-Escolar: R$ 719,62;

Assistência Médica e Odontológica (Participação União): R$ 215,00;

Auxílio-Transporte.

Sobre o TRF3

O Tribunal Regional Federal da Terceira Região foi criado juntamente com os outros quatro Tribunais Regionais Federais, pela Constituição de 1988 (artigo 27, § 6º, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias), com o objetivo de substituir e regionalizar a jurisdição do extinto Tribunal Federal de Recursos (TFR).

Os Tribunais Regionais Federais foram inaugurados simultaneamente, com suas sedes em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife no dia 30 de março de 1989, e tiveram suas composições iniciais previstas na lei nº 7.727, de 1989.

O TRF da Terceira Região foi solenemente instalado sob a presidência do ministro Washington Bolívar de Brito, vice-presidente do Tribunal Federal de Recursos, no Edifício “Saldanha Marinho”, na rua Líbero Badaró, 39 – imóvel da Fepasa, tombado pelo CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo.

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Estando esse prédio ainda em fase de reformas, o Tribunal ficou instalado, até 5 de setembro de 1989, na sede da Representação do STJ – Superior Tribunal de Justiça, no 11º andar do “Fórum Pedro Lessa”, na Avenida Paulista, 1682.

Na data de inauguração do TRF da Terceira Região, foram empossados os magistrados (hoje denominados desembargadores federais) Milton Luiz Pereira, Homar Cais, Américo Lourenço Masset Lacombe, Sebastião de Oliveira Lima, Jorge Tadeo Flaquer Scartezzini, Ana Maria Goffi Flaquer Scartezzini, José Kallás, Márcio José de Moraes, Anna Maria Pimentel, Fleury Antonio Pires, Lúcia Valle Figueiredo Collarile, João Grandino Rodas, Rômulo de Souza Pires, Diva Prestes Marcondes Malerbi, Célio Benevides de Carvalho, Aricê Moacir Amaral dos Santos, Pedro Rotta e Edgar Silveira Bueno Filho.

Em 1989 na instalação do Tribunal, a presidência foi assumida pelo juiz Milton Luiz Pereira (hoje ministro do Superior Tribunal de Justiça), sucedido nos biênios seguintes, respectivamente, pelos juízes Homar Cais, Américo Lacombe, Oliveira Lima , Jorge Scartezzini (hoje ministro do Superior Tribunal de Justiça), José Kallás, Márcio Moraes e Anna Maria Pimentel a atual Presidente.

Hoje o TRF da Terceira Região é responsável por mais de 50% das ações ajuizadas na Justiça Federal do país. O rápido aumento dos processos em tramitação e o aumento do número de Desembargadores Federais e de servidores, tornaram as instalações da rua Líbero Badaró inadequadas às necessidades funcionais de todos os setores do Tribunal.

Assim, na gestão do presidente Jorge Scartezzini, foi obtida por meio de permuta com a Caixa Econômica Federal, a nova sede do Tribunal Regional Federal da Terceira Região, localizada na avenida Paulista, 1842 e inaugurada aos 22 de fevereiro de 1999.

A nova sede representou a concretização de um antigo anseio da Justiça Federal em São Paulo, que passou a contar com instalações condignas, permitindo a oferta de uma prestação jurisdicional mais célere e eficaz.

Último concurso TRF3

O último concurso TRF3 teve seu edital publicado no ano de 2013, na ocasião foram ofertadas 260 vagas nos cargos de Técnico e Analista. O certame foi prorrogado em 2016 por mais dois anos, ou seja, o prazo foi encerrado no mês de junho de 2018.

As oportunidades foram distribuídas da seguinte maneira:

Técnico

– Administrativa: 102 vagas;

– Segurança e Transporte: 16 vagas;

– Contabilidade: 02 vagas;

– Informática: 12 vagas.

As especialidades Segurança do Trabalho, Enfermagem e Telecomunicações e Eletricidade tiveram 1 vaga cada.

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Analista

– Judiciária: 66 vagas;

– Oficial de Justiça Avaliador Federal: 23 vagas;

– Biblioteconomia: 03 vagas;

– Contadoria: 16 vagas;

– Engenharia Civil: 05 vagas;

– Engenharia Mecânica: 02 vagas;

– Informática (Infraestrutura): 02 vagas.

As especialidades Informática, Ortopedia, Cardiologia, Psiquiatria, Psicologia do Trabalho, Serviço Social e Arquivologia tiveram 1 (uma) vaga cada.

A banca organizadora responsável pela execução do concurso foi a FCC (Fundação Carlos Chagas).

A avaliação dos candidatos foi mediante provas objetivas, discursivas e estudo de caso, sendo realizadas nas cidades de Araçatuba, Bauru, Campinas, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Campo Grande e Dourados.

Para os cargos de Analista, as provas tiveram duração de 4 horas e 30 minutos, sendo distribuídas da seguinte maneira:

– Conhecimentos Gerais (20 questões, peso 1);

– Conhecimentos Específicos (30 questões, peso 2);

– Estudo de Caso (2 questões, peso 2).

Já para os cargos de Técnico, o tempo de prova variou entre 3 horas e 4 horas e 30 minutos de acordo com a especialidade. A quantidade de questões também mudava de acordo com a área escolhida.

O conteúdo programático da prova foi composto da seguinte forma:

Para todos os Cargos

– Língua Portuguesa;

– Raciocínio Lógico-Matemático.

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Para todos, excetos AJAJ, OJAF e TJAA

– Noções de Direito Penal;

– Noções de Direito Administrativo;

– Noções de Direito Constitucional.

Conhecimentos Específicos

Analista – AJAJ e OJAF

– Direito Civil;

– Direito Processual Civil;

– Direito Penal;

– Direito Processual Penal;

– Direito Administrativo;

– Direito Constitucional;

– Direito Previdenciário;

– Direito Tributário.

Técnico – TJAA

– Noções de Direito Civil;

– Noções de Direito Processual Civil;

– Noções de Direito Penal;

– Noções de Direito Processual Penal;

– Noções de Direito Administrativo;

– Noções de Direito Constitucional;

– Noções de Direito Previdenciário;

– Noções de Direito Tributário.

Para o cargo de AJAJ, até o mês de agosto de 2017 já haviam sido chamados mais de 200 candidatos para nomeação. Para o cargo de TJAA foram mais de 450 convocações e 28 para AJOJ. Tudo isso somente para a capital de São Paulo, ou seja, foram convocados no mínimo, quatro vezes mais do que o número de vagas ofertadas.

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