Concurso INSS: Presidente do órgão afirma que será necessário divulgar edital!

Redator da Nova Concursos

icone calendario 09 mar 2020

O novo presidente da instituição, salientou a necessidade da realização do concurso INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e revelou que será preciso divulgar um novo edital.

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Necessidade da realização do concurso INSS

O novo presidente do Instituto Nacional do Seguro Social, Leonardo Rolim, falou sobre a necessidade da realização do concurso INSS, um dos mais necessários no Poder Executivo Federal, diante da vacância de servidores que a autarquia vem enfrentando.

Desde o ano de 2018, o órgão aguarda um aval do Ministério da Economia para preencher 7.888 vagas em cargos de níveis médio e superior.

Em entrevista concedida ao jornal O Globo, o presidente do INSS, que tomou posse do cargo no mês de janeiro deste ano, explicou que, hoje, o órgão está em processo de transformação digital. Mesmo assim, a realização do novo concurso INSS é necessária.

“Estamos em um processo de transformação digital. Concluindo esse processo, vou saber qual é o perfil de servidor que preciso e qual é o quantitativo. A partir daí, vejo o que vai acontecer nos próximos anos de aposentadoria e faço um planejamento de concursos. Vamos precisar fazer concursos, mas agora não é o momento”, informou Rolim.

Segundo Leonardo Rolim, a meta do INSS é se tornar uma grande agência social do governo, capaz de oferecer serviços de Previdência e trabalho. Para isso, será preciso servidores qualificados e de concurso público, embora essa opção não seja possível no momento.

Foi pontuado pelo presidente, alguns motivos para o INSS enfrentar o atual caos nas agências da Previdência Social em todo o Brasil. Segundo Rolim, o país foi envelhecendo, e as mudanças tecnológicas passaram a exigir mais.

“Aquele modelo antigo começou a ficar defasado. Entre 2015 e 2016, o prazo médio de agendamento para atendimento estava entre 50 e 60 dias e, em alguns estados, chegava a seis meses. Esse problema culminou com a greve em 2015, e a solução dada pela ex-presidente Dilma Rousseff foi algo irresponsável, o principal problema do estoque temos hoje”, disse o presidente.

A solução que o presidente da autarquia se refere foi ligada à gratificação de desempenho, que não era levada integralmente pelo servidor na aposentadoria. Na ocasião, foi realizado um escalonamento, e a partir do dia 01 de janeiro de 2019, o servidor poderia levar 100% da gratificação na aposentadoria, o que gerou um grande fluxo de saídas por aposentadoria.

“Uma grande quantidade de servidores tirou férias ou entrou em licença prêmio, o que reduziu a quantidade de pessoas trabalhando. Além disso, como a gratificação deixou de ser aplicada, e todo mundo passou a receber 100%, independentemente de performance, houve uma acomodação natural”, salientou Leonardo Rolim.

INSS Digital e cessão de servidores não acabam com problemas

Mediante a corrida pela aposentadoria de servidores do INSS, o Governo Federal buscou soluções para não aumentar a crise no órgão. Foi antecipado a implantação do INSS Digital no início do ano de 2018, com as pessoas não precisando mais comparecer no INSS para dar entrada no seu requerimento.

“Porém, faltou o outro lado, que é acelerar a análise. Aquela fila que estava escondida no agendamento ficou explicitada. No segundo semestre de 2018, chegou ao ápice, em torno de 2,3 milhões de requerimentos”, salientou Rolim.

Nesse período, o INSS ainda recebeu funcionários da Infraero, o que também não acabou com as filas.

“Com a Medida Provisória 871 (do pente-fino no INSS), um quarto dos servidores se aposentou em janeiro de 2019, seis mil, mas poderia ter sido muito mais. Criamos o bônus, a possibilidade de teletrabalho, que estimulou um grande número a continuar. Mas, só a partir de julho, todas as medidas para acelerar as análises entraram em funcionamento”.

Ainda foi estudo pelo governo a convocação de militares para as agências, o que foi vetado pelo MPF (Ministério Público Federal). A atual solução, é a convocação de aposentados que já atuaram na instituição.

Com esses profissionais, a expectativa do INSS é sanar as filas até o mês de outubro. A partir daí, o Governo Federal irá estudar concursos públicos para manter a autarquia em pleno funcionamento, evitando novas crises e filas.

“A partir daí, vejo o que vai acontecer nos próximos anos de aposentadoria e faço um planejamento de concursos”, garantiu o presidente do INSS.

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