Concurso público pode ser uma alternativa para a crise do país

icone calendario 16 nov 2016
Gráfico

BC alerta possível retração do PIB em 3,45%.

O Brasil passa por momentos delicados em sua economia, com a crise tornando-se cada vez mais uma dura realidade da rotina da população. Essa situação se dá por diversos motivos, e entre eles está a instabilidade vivenciada pela Presidente da República, Dilma Rousseff, desde o momento em que foi aberto um processo de impeachment contra a líder, no final do ano passado.

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Além disso, o Banco Central alerta, através do boletim Focus, que nesse ano a expectativa é de que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha retração de 3,45% por conta de vários fatores. Sendo que o principal deles vem do setor industrial, que espera baixa de 4,5% para 2016.

Somado a tudo isso, as notícias sobre a inflação também são pessimistas de acordo com os mesmos dados, já que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ultrapassa os 7% – o que está bem acima do teto de 6,5% e muito longe dos desejados 4,5%.

Pnad Contínua alerta que o índice de desemprego pode ultrapassar os 10% em 2016.

Por fim, como consequência a todas essas causas, o efeito mais temido da crise econômica deve atingir níveis altos nos próximos meses. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, os índices de desemprego podem chegar nos dois dígitos – e transcender os 10%.

Após a pontuação de todos esses detalhes, muitos parecem ter descoberto um meio de esquivar dos problemas: tornando-se um servidor público. De acordo com a Presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Elisete Belchior, o número de inscritos no novo concurso do INSS passa de 1 milhão. Já o processo seletivo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) também deve receber mais de 1 milhão de candidatos; na última seleção do Instituto foram 900 mil participantes.

inst-200X200 Para Leonardo Borba, auditor da Receita Federal, o que o levou a prestar um concurso foi a segurança no emprego. “Todo concurseiro pensa na estabilidade, eu sou formado em engenharia e trabalhava em uma área muito interessante e dinâmica, porém, está sujeita às oscilações do mercado”, contou. “Já vi muitos amigos meus passarem por problemas após perderem o emprego, e eu não queria aquilo para mim”, completou o raciocínio do porquê decidiu trocar a inciativa privada pela pública.

Viviane Yamaguti, analista do Banco Central, seguiu o rumo da carreira pública pelo mesmo motivo do Leonardo.
“Escolhi ser funcionária pública sobretudo por conta da estabilidade, assim como muitas pessoas fazem”.

A analista judiciária, Marília Caseiro, explica que essa invariabilidade na situação empregatícia se dá por conta da Constituição Federal, que prevê que o servidor só pode ser desligado do cargo em duas hipóteses: caso peça exoneração ou então seja demitido por algum processo administrativo. “O funcionário não pode simplesmente ser desligado, ele deve passar por um processo administrativo em que lhe é garantido ampla defesa”. Segundo a advogada, isso é denominado a “estabilidade do servidor público”.

Dinheiro

Constituição Federal garante estabilidade ao servidor público, independente da oscilação do mercado.

Portanto, o grande número de desempregados pode enxergar como uma solução à crise as oportunidades de empregos criadas pelos concursos públicos.

 


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